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Jazz for Lovers: 130 jazz para ouvir na hora do amor

1 de maio de 2013

(130 songs of jazz music to listen in love hour)





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Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)
https://twitter.com/jazzmanbrasil
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Refinado, elegante e cheio de amor: o Jazz é a trilha perfeita para as melhores noites a dois. Mais do que um gênero musical, o jazz é um alimento para o coração, composto dos sentimentos mais sublimes da nossa alma. Com melodias e canções à flor da pele, o jazz está há mais de 100 anos acalentando os casais mais apaixonados. Seja o silêncio lírico de Miles Davis ou a potência rítmica de John Coltrane, o jazz é a música de quem ama.

Para os jazzístas mais apaixonados, separei '130 jazz para ouvir na hora do amor'. Ame na presença de Ella Fitzgerald, Herbie Hancock, Bill Evans, Diana Krall, Joe Henderson e muitos outros.

Basta apertar play e começar a amar. JM!



Jazz for Lovers
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Show Completo: International Jazz Day Global Concert 2013





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No dia 30 de abril de 2013, Istambul foi palco para o International Jazz Day Global Concert, com Herbie Hancock e Wayne Shorter, Robert Glasper, Esperanza Spalding, Joss Stone, Marcus Miller, John McLaughlin, Terence Blanchard, Ruben Blades, Ramsey Lewis, Hugh Masekela , Eddie Palmieri, Al Jarreau, Dianne Reeves, George Duke, Lee Ritenour, Jean-Luc Ponty, Milton Nascimento, John Beasley, Igor Butman, Anat Cohen, Vinnie Coliauta, Imer Demirer, James Genus, Bilal Karaman, Pedrito Martinez, Keiko Matsui , Terri Lyne Carrington, Hüsnü Şenlendirici, Joe Louis Walker, Ben Williams e outros.

>>Terça-feira, 30/4: Dia Internacional do Jazz

>>30 clássicos para comemorar o Dia Internacional do Jazz

Se você perdeu essa grande festa, pode agora assistir a este grande evento, que reuniu grandes lendas do jazz e a nova geração pelo Dia Internacional do Jazz.

O International Jazz Day Global Concert foi organizado e apresentado por UNESCO, República da Turquia e o Thelonious Monk Institute of Jazz.


Jazz for Lovers
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30 clássicos para comemorar o Dia Internacional do Jazz

30 de abril de 2013

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Terça-feira, 30/4: Dia Internacional do Jazz


Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)
https://twitter.com/jazzmanbrasil
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Hoje, dia 30 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Jazz. Proposta à UNESCO pelo pianista e compositor Herbie Hancock, a data foi assim declarada pela organização na assembleia geral de 2011, com o objetivo de disseminar ainda mais as virtudes do jazz como “um veículo para a paz e o diálogo” e para “estreitar a cooperação entre os povos”.

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>>Ouça: 30 clássicos para comemorar o Dia Internacional do Jazz

Muito mais do que um gênero musical, o Jazz é um sobrevivente. De excluído e marginalizado nos Estados Unidos onde ele nasceu, o Jazz se utilizou do improviso não só como uma marca musical, mas também como uma máxima de vida, ultrapassando todos os limites e superando todas as adversidades para tornar-se o maior patrimônio cultural americano e influenciar milhões de pessoas nas mais diversas sociedades.

O Jazz é sentimento, que representa a busca pela paz, o amor e a esperança. Onde houver jazz, haverá sempre um pouco mais de sonho e transformação. "Onde há pessoas que lutam pela liberdade, o jazz está quase sempre",  afirmou Neil Ford, porta-voz da UNESCO, na mensagem oficial deste dia. Irina Bokova, diretora geral da UNESCO, destaca o jazz como um transformador social: "O jazz uma força poderosa para o diálogo e o entendimento, trilha sonora para as lutas por dignidade e direitos civis".

Comemoração

Um grande show pelo o Dia Internacional do Jazz será realizado em Istambul e terá a participação do pianista Herbie Hancock, embaixador da Unesco para a data. O evento contará também com cantor e compositor Milton Nascimento; os saxofonistas Wayne Shorter e Jimmy Heath; os pianistas Robert Glasper e John Beasley; os baixistas Marcus Miller e James Genus; a baterista Terry Lyne Carrington e muitos outros. O evento será transmitido ao vivo pelo site da Unesco, a partir das 9 da noite, pelo horário da Turquia. Abaixo, vejam o teaser do evento:



Feliz dia para todos! Que o jazz continue transformando suas vidas, assim como transforma a minha todos os dias. Mais do que uma música, Jazz é um estado de espírito e prática de vida. JM!


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Playlist da fanpage JazzMan! no Facebook - 28/04/2013 a 04/05/2013

28 de abril de 2013


A playlist da fanpage do blog JazzMan! no Facebook é um espaço para você interagir ainda mais com o nosso blog e dar a sua colaboração.

Todas as sextas, aqueles que curtiram a nossa página no Facebook, podem dar sugestões para a playlist que será atualizada todos os domingos com as músicas que vocês indicaram. 

Vejam as sugestões para a playlist desta semana: https://www.facebook.com/JazzManBrasil/posts/485116404889977

Esta semana temos: Dizzy Gillespie, Machito, Ella Fitzgerald, Milt Jackson, Victor Assis e muitos outros. 
Curtem o blog JazzMan! no Facebook e colaborem.
 
Obrigado a todos que colaboraram.

Para escutar, apertem o botão 'play' na playlist abaixo. Conto com vocês na próxima semana. Bom domingo! 

JazzMan! Facebook Radio - 28/04/2013 a 04/05/2013 by Leonardo Coelho on Grooveshark


Jazz for Lovers
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Funk é cultura, mas não é intocável

26 de abril de 2013


Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)

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A jornalista Rachel Sheherazade
Com alguns dias de atraso, vi o tal vídeo (vejam acima) com a jornalista Rachel Sheherazade, do telejornal SBT Brasil, dando a sua "opinião" (entre aspas mesmo) sobre o funk carioca. Em um daqueles comentários à la Paulo Francis, a jornalista do SBT distribui suas falácias ao telespectador, demonstrando total despreparo para falar sobre cultura, arte, música, posição da mulher na sociedade e, sobretudo, falar sobre o papel do meio acadêmico, que, vale lembrar, está tão sem credibilidade nos cursos de comunicação.

>> Comente o texto 

Sem aprofundar muito nas palavras da intelectualóide jornalista, vamos combinar uma coisa: 'Funk é tão cultura quanto a Bossa Nova'! Quem pode dissertar o contrário? É burrice negar o funk enquanto movimento, expressão e força de mobilização. Por que funk não seria cultura? Pode não ser o seguimento musical que lhe agrade, mas é cultura e não se fala mais nisso.

Valesca Popozuda e seu chá de cu
Putaria? Qual o problema? Quem não gosta de falar sobre isso? Quando é com o Nelson Rodrigues é bonito, 'é cultura', mas como é funk, vira subproduto? Alto lá! O que a Valesca Popozuda canta de diferente do que você imagina e se excita? Não acredito que você acha que quando a sua mulher está entre as amigas dela, ela só fica falando de Foucault. Ela quer é soltar a língua e depois dar o 'Foucault' para você, seu mané!

Em uma época tão 'Infeliciana', onde o nosso país se trava na sua indefinição, falar de sexo tão abertamente tem o seu lado positivo. Quando que em outrora, uma mulher podia falar aquilo que deseja e pensa na cama com tanta liberdade? Pode também não ser a linguagem que lhe agrade, mas aí já é outra questão e este processo tem o seu devido impacto e profundidade, que merece ser avaliado e discutido nas mais diversas rodas. Se o prazer feminino te dói, você precisa rever os seus conceitos e sua época.

Mas o funk não é coitadinho

Na contramão da discussão, também questiono alguns defensores extremistas do movimento. Não gosto quando preconceituosamente criticam o funk por sua posição social, sua cor, sua origem e jeitos. Fico profundamente chateado e triste por isso. Porém, também odeio quanto tratam o funk como coitadinho, como uma coisa que não pode ser criticada por ser mais 'frágil'.

Certa vez, no antigo Centro Cultural Telemar, no Largo do Machado, eu estava ouvindo um disco do Milton Nascimento e um amigo meu colocou um do Mr. Catra. Ele me perguntou se eu gostava e eu simplesmente disse que não e expliquei que não era o tipo de música que eu ouvia. Em um gesto que até hoje eu fico me perguntando o porquê, ele me falou: 'você não é preto de verdade, só quer saber dessa MPB'. Puxa vida, agora o funk é que irá definir se você é preto, branco ou amarelo com pintinhas rosas? Logo eu que além de não precisar provar isso, estava ouvindo o 'caucasiano' do Milton Nascimento. Será que eu estou ficando amarelo de tanto ouvir João Gilberto?

Eu não gosto de funk, admito. Não me agradam aquelas vozes agudas em terças, aqueles gritos e nem aquela batida que se mantêm sempre no mesmo compasso e é repetida em quase todas as músicas. O funk não me comove e música precisa me comover, mas as minhas críticas são meramente sobre o caráter estético e a estrutura musical. E crítica é uma coisa boa, acreditem. Eu não gosto, mas há quem goste e eu respeito, mas eu também me sinto muito à vontade e com direito para criticar, assim como também critico as coisas que eu gosto de ouvir, como o próprio Milton. Este direito de crítica não está restrito aos funkeiros. É um processo justo! Eles também podem criticar o Milton ou qualquer outra coisa que eles tenham em mente. Não podemos esquecer que, tirando a essência do trabalho, a música também é um produto, que tem o seu marketing e sua indústria que faz publicidade, que vende e assim gera consumidores. A partir de momento que a música é consumida, ela está propensa a críticas positivas e negativas. Eu não vou ficar aqui comparando ícones do funk com ícones emepebistas, como fez a tal jornalista. Fico com o meu disco do Milton Nascimento e deixo o meu amigo ouvir o disco do Mr. Catra em paz, mas gostaria também que quando eu falasse de funk, seus defensores saíssem da esfera do coitadismo, como eu já presenciei em outras oportunidades e partissem para a defesa do funk dentro da esfera musical.

Se o funk quer crescer, se mostrar forte - e ele é - , está mais do que na hora de romper com o seu  complexo de inferioridade e perceber que sua música merece ser avaliada como qualquer outro movimento artístico. O funk não é intocável, assim como não é a Bossa, o Jazz, o Samba e outros. Receber críticas só fará com que a música cresça e se inove. Está na hora do funk e seus defensores saírem daquela coisa: 'ah, tadinho, ele é da favela, preto e pobre' e começar a levantar o peito e demonstrar a sua arte sem medo, contra tudo e contra todos, assim como outros movimentos precisaram fazer. Se o funk quer ser visto com arte - e de fato é -, o primeiro passo é se fortalecer e tomar consciência de si mesmo.

Continuo não ouvindo funk, mas quem sabe um dia alguma coisa me surpreenda e eu me renda ao batidão e ao 'chá de cu' da Valesca Popozuda. JM


Jazz for Lovers
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21 de Abril de 2013: 10 anos sem Nina Simone, um coração em forma de música

21 de abril de 2013

Nina Simone, um coração em forma de música

Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)

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Há exatos 10 anos, o jazz perdia uma das suas vozes mais expressivas: morria, aos 70 anos, a cantora e pianista Nina Simone.

Poucas foram as cantoras que tão bem souberam confundir arte e sentimento, fazendo do canto não somente um ofício, mas uma mensagem, uma esperança, um meio de transformação. E sentimento e talento, Nina Simone tinha de sobra para quem quisesse.

Nascida em 21 de fevereiro de 1933, Nina Simone tinha no canto e na maneira de tocar, todas as vivências e percalços de uma mulher negra e pobre  que passou por tudo e por todos para escrever o seu nome na história da música americana e se transformar em uma referência mundial. E mesmo passando por tanta dificuldade, tanto racismo, tanto ódio no coração de alguns infelizes, Nina refletia a esperança de uma sociedade mais justa, igualitária e de pleno amor para todos.

Entre as grandes divas do jazz americano, Nina foi uma das poucas que transitaram tão bem nas mais diversas vertentes, mantendo todo o primor e qualidade musical até o final da carreira. Além do jazz, Nina passeava com autoridade pelo blues, soul, gospel e tudo aquilo que representava a essência e a diversidade da música negra americana.

10 anos depois de sua morte, o nome Nina Simone permanece firme e forte entre as maiores lendas do Jazz. Sua luta, sua maneira original de tocar e cantar, fazem de Nina uma influência ilimitada, seja para os músicos ou para os entusiastas que buscam o melhor em qualidade musical.

Se foi a cantora, porém, acima de tudo, ficou um sonho em forma da mais divina arte. Mais do que uma grande artista, Nina provou que nada consegue ser mais forte do que a força de um coração em forma de música.

Obrigado, Nina!

Nina Simone: The Essential Collection by Leonardo Coelho on Grooveshark



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