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18 de outubro de 2009

Fotografia: adoção animal em foco na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre


Chega à Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, mais uma edição da Mostra Fotográfica Virando Lata. O evento, que iniciará no próximo dia 25 de outubro, é um projeto do Instituto Expresso Vida e desde 2008 percorre diversas cidades do Sul do país com o intuito de chamar a atenção de crianças e adultos para um lado de nossas cidades a que geralmente não damos importância: animais que vivem nas ruas, ou mesmo em famílias, mas que não recebem os cuidados necessários para uma vida digna e convivência pacífica.

Longe de ser apenas uma exposição fotográfica, a Mostra é uma campanha de cidadania que procura mostrar às pessoas o valor que possui a ação de adotar um bicho de rua e o quanto este ato requer responsabilidade, amor e consciência.

A exposição da Usina do Gasômetro será lançada no dia 25 de outubro, às 14 horas, com o show das bandas Morgan Le Femme, Laranja Freak, Calibre, Clã Mcloud e LeChevais. Também serão realizadas duas oficinas com o Greenpeace com o tema “A História do Consumo” nos dias 08 e 15 de novembro, a partir das 15h, na sala 400.

Nesta edição, a mostra beneficiará o Projeto Anjos de Patas, de Viamão (RS), entidade de proteção animal gaúcha que abriga 208 cães. 50% da renda obtida através da venda de blocos de anotações e mateiras de nylon será revertida para o projeto de castração dos animais do Anjos de Patas.

Esta edição traz fotografias de Aline Gobbi, Carolina Leipnitz, Cristina Scalabrin, Daniele Spohr, Eduardo Costa, Fernanda Melonio, Heinz Schnack e Ivânia Trento. A exposição conta com o apoio da Pedigree – Adotar É Tudo de Bom, Impacto Signs, H. Meyer, do site JazzMan! e patrocínio da Gráfica Atena, do site Cachorro Paraguaio e da Woodsrock Produções.

www.virandolata.org.br


SERVIÇO

Onde:
Usina do Gasômetro - Avenida Presidente João Goulart, 551 – Centro – Porto Alegre (RS)
Quando: de 25/10 a 15/11/2009
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h.
Telefones: (51) 3289-8140 / (51) 3289-8146
Contato: Cristina Scalabrin - cristina@cachorroparaguaio.com / (51) 8138-5830
mostravirandolata@gmail.com


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21 de setembro de 2009

I Love Jazz

Festival I Love Jazz, Teatro Cosipa em São Paulo-SP. Show com Mike Hashim (EUA) e Happy Feet Jazz Band (BRA). - Foto do blog I Love Jazz

O I Love Jazz foi criado para quebrar a imagem elitista que o ritmo ganhou no Brasil ao longo do tempo. A ideia é resgatar a origem do estilo musical, que surgiu nas camadas sociais populares e recebeu influência de muitas etnias e culturas, como a africana, a francesa, a espanhola e a caribenha.

Com apresentações gratuitas de alcance popular, intercâmbio entre artistas brasileiros e estrangeiros em “jam sessions”, palestras, oficinas e muitas outras atividades, o I Love Jazz pretende disseminar o ritmo, proporcionado contato com uma música de qualidade ao público leigo e a quem já a aprecia.

O I Love Jazz está sendo realizado durante o mês de setembro em quatro importantes cidades brasileiras – Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Em cada uma destas cidades, são realizadas apresentações de grandes artistas.

No blog I Love Jazz, você que ama o jazz ou que quer saber mais sobre o estilo encontrará informações sobre a música, sua história, os principais artistas e a programação do evento.

Para não perder nada, acompanhe também o I Love Jazz no Twitter (http://twitter.com/ilovejazzfest) e acesse o site http://ilovejazz.com.br.


Fique ligado na programação do Rio:

18 e 19/9 – Sexta e Sabado

Pocket Shows
Intervenções de Jazz Street Band em pontos diversos da cidade

21/9 – Segunda
19h30 Catherine Russell Quartet (EUA)
20h30 Pink Turtle (FRA)
Teatro Oi Casa Grande

22/9 – Terca
19h30 Benny Goodman Centennial Band (EUA)
Teatro Oi Casa Grande

23/9 – Quarta
19h30 Judy Carmichael (EUA) & Harry Allen (EUA)
20h30 The New Orleans Joymakers (EUA)
Teatro Oi Casa Grande


Fonte: Blog I Love Jazz


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10 de setembro de 2009

Mostra Fotográfica Virando Lata no Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre

No próximo sábado, dia 12, inicia no Piquete Marca Gaúcha, instalado no Parque da Harmonia, em Porto Alegre (RS), o Pré-Lançamento da Mostra Fotográfica Virando Lata, que teve como precursora a Mostra Fotográfica Bicho de Rua, projetos do Instituto Expresso Vida. A nova Mostra conta agora com três fotografias inéditas de Cristina Scalabrin.

O evento, que desde o final de 2008 percorreu diversas cidades do Sul do país, busca chamar a atenção de adultos e crianças para um lado de nossas cidades a que geralmente não damos atenção: animais que vivem nas ruas, ou mesmo em famílias, mas que não oferecem os cuidados e necessários para uma vida digna e convivência pacífica.

Longe de ser apenas uma exposição fotográfica, a mostra é uma campanha de cidadania que procura mostrar às pessoas a importância da adoção de um bicho de rua e o quanto este ato requer responsabilidade, amor e consciência.

Nesta edição, a mostra vai beneficiar o Projeto Anjos de Patas de Viamão, entidade de proteção animal gaúcha que abriga 208 cães, através da realização de um jantar beneficente e do leilão de duas facas artesanais, tendo a renda revertida para a compra de ração.

Esta edição traz fotografias de Aline Gobbi, Carolina Leipnitz, Cristina Scalabrin, Daniele Spohr, Eduardo Costa, Fernanda Melonio, Heinz Schnack e Ivânia Trento. A exposição conta com o apoio do Piquete Marca Gaúcha, Impacto Sings, H.Meyer, do site JazzMan! e patrocínio da Gráfica Atena e do site Cachorro Paraguaio.


www.virandolata.org.br


Serviço

Onde: Piquete Marca Gaúcha – 240 do Acampamento Farroupilha

Quando: de 12 a 20/09

Contato: mostravirandolata@gmail.com



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28 de agosto de 2009

Gunhild Carling no Jazz Festival Brasil

Gunhild e Max Carling com a banda do Jazz Festival Brasil


Por: Natália Arduino
Foto: Leonardo Alcântara (JazzMan!)

Estive presente no Jazz Festival Brasil na terça feira para apreciar boa música com Jazz6 (grupo com Luis Fernando Veríssimo) e Gunhild Carling, acompanhada de seu irmão Max e a banda do festival. Como o Léo já comentou sobre o show do Jazz6, ficou a meu cargo o comentário da segunda apresentação. Uma palavra descreve o que pude presenciar naquela noite: SENSACIONAL!

A multiartista (não cabe só instrumentista porque ela é muito mais do que isso) deu um show de simpatia, agilidade, performance e talento. Bem diferente do show anterior, focado no jazz tradicional (muito bem tocado, por sinal, como já descreveu o Leo), o show da Gunhild foi um exemplo perfeito da harmonia entre técnica e despojamento, tão presente nesse estilo. A idéia de que nada é ensaiado, tudo é feito no improviso que dá sempre muito certo, essa talvez seja a maior mágica do Jazz, pelo menos é a que mais me fascina.

Continuando, o show já começou a toda e após a primeira música, a anfitriã do palco brincou falando que tinham feito tudo na improvisação e que, pelo menos, conseguiram terminar juntos. Claro que arrancou boas risadas da plateia que não chegou a lotar o Sesc, mas fez bastante volume.

O que se seguiu durante as outras músicas foi um show bem irreverente, com os dois irmãos que, por si só, já formam uma banda completa. Gunhild toca trompete, trombone, piano, Tin Whistle, flauta e canta. O irmão Max Carling toca clarinete, violino, sax tenor e piano também. Todos os instrumentos saem com um som limpo, com as notas sendo muito bem executadas. É de se admirar mesmo.

A platéia era elogiada a cada música e retribuía o elogio aplaudindo muito todos eles. Teve uma homenagem ao Rio com a música “Ballad for Rio de Janeiro”, em que Gunhild revezou entre Tin Whistle, flauta e trompete.

Um dos pontos altos da apresentação foi quando Gunhild pediu ao irmão para enrolar o público. Ele disse que deveria ser para que ela trocasse os sapatos. Então, surge com os sapatos próprios para sapatear, e o fez com o trombone na mão mesmo. Depois, o irmão disse que ela tinha que voltar para o sapato anterior e perguntou o que a platéia gostaria de vê-lo fazer, dançar, cantar ou malabarismo. Claro que venceu o último e Max fez malabarismo com bolas, argolas e clavas! Acho que o público não poderia se surpreender mais. Eu, pelo menos, achava que não teria mais nada que me fizesse ficar boquiaberta. Ledo engano.

Ao voltar, com os sapatos trocados, Gunhild agradece ao público pela presença e, mais uma vez, o elogia. Diz que não sabem mais músicas, portanto, aquela próxima seria a última, recebe um sonoro “Ahhhhh” da platéia que não imagina o fim apoteótico que lhe espera.

A música começa e segue sem interrupções, Gunhild e Max descem na platéia, tocam andando pelos corredores do teatro e voltam para o palco. Até que já pro fim, Gunhild interrompe e brinca com um senhor falando que ele não está gostando muito e que não deve estar ouvindo o som do trompete direito, pede para a banda tocar mais baixo para que ela toque mais alto e chega o irmão dela com mais um trompete. Ela pega os dois, coloca na boca e toca! “Pronto, acho que já vi de tudo agora”, pensei. Mas ela ainda pega um terceiro e toca os três ao mesmo tempo. O show termina assim! Com muitos aplausos, todos muito ovacionados e com pedido de “Bis”! Ela ainda volta com um megafone para cantar a última música de fato. E assim termina a apresentação mais fantástica que já vi. O único problema? Curta demais, durou apenas 45 minutos! Mas foi o suficiente para querer ver de novo, em uma outra oportunidade.



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26 de agosto de 2009

Jazz 6 no Jazz Festival Brasil

Luís Fernando Veríssimo no Jazz Festival Brasil

Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)
Foto: Natália Arduino de Magalhães

O segundo dia do Jazz Festival Brasil 2009 vai ser difícil de esquecer. Depois do maravilhoso show de Bob Wilber na última segunda (24), ontem foi a vez de Luís Fernando Veríssimo (sax alto) com o seu Jazz 6, assinar seu nome para sempre na história do Festival.

Além de Veríssimo, outros quatro músicos fazem parte do grupo: Jorge Gerhardt (contra-baixo); Luiz Fernando Rocha (trompete e flugelhorn); Adão Pinheiro (piano); Gilberto Lima (bateria).

Você deve estar se perguntando: "mas são cinco integrantes, por que o nome jazz 6?". Essa foi a mesma dúvida que os espectadores presentes no SESC Ginástico tiveram na noite de ontem, mas assim que o grupo acabou de tocar "Samba de Verão", a terceira música do show, Veríssimo tratou de deixar as coisas bem claras. "O Jazz 6 tem uma formação diferente. Somos o menor sexteto do mundo, com apenas 5 integrantes. Somos todos gaúchos de Porto Alegre e torcemos para o Inter", explicou Verissimo.

Quem foi ao show achando que Veríssimo é apenas um famoso escritor e colunista que gosta de tocar jazz nas horas vagas com os amigos, se enganou. O Jazz 6 provou que é profissional e que faz jazz verdadeiro, com técnica e, acima de tudo, com a alma.

O show começou com a bela Blues for Ig, do saxofonista Gary Campbell. Depois foi a vez de Four, de Miles Davis e Jon Hendricks, que também dá nome ao último cd do grupo. A bossa nova marcou presença em Samba de Verão, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle e A Rã, de João Donato.

O trompetista Fernando Rocha surpreendeu por sua versatilidade. Usava e abusava das surdinas e alternava entre o trompete e o flugelhorn em várias vertentes jazzísticas. Fosse na sublime Se eu quiser falar com Deus, de Gilberto Gil ou na empolgante Just Friends, de John Klenner, Fernando mostrou que é um dos grandes nomes do trompete no país.

Verissimo também não deixou para menos. Com o som suave e límpido de seu sax alto, o escritor-saxofonista instaurou um clima romântico no festival com a balada cool Tune Up, de Miles Davis, em um dos grandes momentos da apresentação.

O grupo fechou fechou a noite em grande estilo com o standard Caravan, de Duke Ellington e Juan Tizol, e nos presenciou em um bis com um belo swing reverenciando Benny Goodman, o grande homenageado do festival.

Sem dúvida, Jazz6 foi um dos melhores shows do ano de 2009. Que venham outros... JM!


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Copa Fest de 28 a 30 de agosto no Copacabana Palace


Nas décadas de 50 e 60, o Beco das Garrafas, em Copacabana, foi o cenário da renovação da música brasileira. Bares como Little Club, Bottle's e Bacará fervilhavam com o nascimento da bossa nova e do samba-jazz, que em pouco tempo sairiam do beco para ganhar o mundo. Mas o som que ecoava apenas entre os números 21 e 37 da Rua Duvivier era ouvido como barulho pela vizinhança, que protestava atirando garrafas do alto dos edifícios. Essa foi a inspiração para que Sérgio Porto batizasse o local como Beco das Garrafadas, depois abreviado para Beco das Garrafas.


O Copa Fest apresenta ao público de hoje uma proposta de imersão no som instrumental que se originou no Beco das Garrafas, reunindo artistas que lá tocaram como Paulinho Trompete, Paulo Moura, Sergio Barrozo, Osmar Milito e João Donato, com jovens músicos que reverenciam seus mestres e repertórios, dando novos contornos à música instrumental brasileira.

De 28 a 30 de agosto o Copacabana Palace abrirá seus salões com uma programação musical imperdível: duos, trios, bandas e DJs em uma celebração inédita da tradição e irreverência do som do Beco das Garrafas.



Confira a programação.


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