Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

John Pizzarelli

1998 - P.S. Mr. Cole



Host: Rapidshare
Size: 59MB

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Esse album mostra que John Pizzarelli é mesmo fã do grande Nat King Cole. No album "P.S. Mr.Cole" - na minha opnião é o cd mais espetacular do Pizzarelli - ele regrava grandes clássicos da carreira do Nat King Cole.

Tem do swing ao romantismo. Claro que é um album voltado para o jazz mais swingado, mais solado (até por que ao meu ver é a especialidade do Pizzarelli). Eu nao vou conseguir falar de todas as musicas, vou falar das principais, o album começa com: "Walkin' My Baby Back Home" - otima musica - em seguinda vem "Candy" - musica que também foi gravada no cd "My Blue Heaven" , uma musica relativamente calma. Depois a sequência de musicas é simplesmente fantastica: "Welcome to the Club" , "Indiana" - essas musicas assim como outras que vou citar é a "cara" do Pizzarelli, aquele jazz agitado, com muito solo - alem dessas duas tem mais musicas nesse estilo: "I'm an Errand Boy for Rhythm", "I Know That You Know". Mais não é só de musicas assim que é feito o album, "Smile" é um exemplo, nossa é uma musica linda, inclusive a letra (tradução) - que fala sobre: Sorrir mesmo tudo não vá bem. Sorrir mesmo que seu coração doa. É linda a musica. - Outra musica nesse estilo é "I Love You for Sentimental Reasons".

Bom "P.S. Mr.Cole" é por esses poucos motivos que citei acima que na minha opnião é o álbum mais completo do Pizzarelli.

Track List

1. Walkin' My Baby Back Home
2. Candy Listen Listen
3. Welcome To The Club
4. Indiana
5. I Love You For Sentimental Reasons
6. Don't Let it Go To Your Head
7. Meet Me At No Special Place
8. The Late Late Show
9. Smile
10. Tenderly Listen Listen
11. I Was A Little Too Lonely
12. I'm An Errand Boy For Rhythm
13. Then I'll Be Tired Of You
14. That's Nat
15. Azure-Te
16. I Know That You Know
17. Embraceable You
18. I Like Jersey Best

Site Oficial: John Pizzarelli

Este post é uma parceria entre o Blog Jazzman ! e o Blog Jazz e Rock . Para baixar outros discos de Jazz, Rock, Bossa Nova e muito mais, acesse já:


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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

1956 - Picture of Heath "Playboys" - Chet Baker & Art Pepper

"Ele sempre sabe onde achar as notas doces, não é?" comenta Herb Ellis ao observar numa noite Chet Baker em uma boate canadense em 1982. het era um improvisador lírico, autodidata com um toque macio que parecia beijar as notas como elas fossem voar. Baker com tom pálido, olhares fatais e reputação de badboy se tornou o ícone do cool jazz da West Coast. Seu estilo combinava uma certa agitação nervosa com doses fortes de sentimentalidade particularmente nas baladas. Capturava não só a imaginação de amantes do jazz mas do público fascinado com seu estilo de vida e com a sua música. Seus vocais sussurantes capturava a mesma intimidade sonolenta do seu trompete, em especial nas músicas "I Fall in Love Too Easily" e "Everything Happens To Me". Mas Chet foi vitima da propria capacidade de se auto destruir como quem improde a si mesmo nas esferas do proprio egoismo. Dos anos 40 até, pelo menos, os 60, as drogas setornava o combustível do jazz e Charlie Parker foi a figura mais emblemática com a carreira e a vida abreviadas pela heroína. Chet Baker teve o mesmo destino. Viciado desde os anos 50, ele teve uma carreira errática com períodos de inatividade devido à dependência e às prisões constantes. Gravou discos em excesso nem sempre de boa qualidade devido à constante necessidade de conseguir dinheiro para suas depedencias. Nos anos 60 além de mais de um ano preso na Itália, ele foi expulso de quatro países (Itália, Alemanha, Holanda e Inglaterra) até ser deportado de volta para os Estados Unidos. Em 66, foi espancado em San Francisco quando tentava comprar drogas na rua tendo alguns dentes quebrados, passando a usar dentadura o que prejudicou sua embocadura (forma de colocar os lábios no bocal do trompete) afastando do shows por tres anos. Picture of Heath "Playboys" é um álbum em parceria do trompetista e o saxofonista Art Pepper pelo selo Blue Note Records, numa sessãoem Los Angeles - CA, no dia 31 de Outubro de 1956. A produção ficou a cargo de Richard Bock & Michael Cuscuna. É supremo, soberbo, perfeito. Tanto que não tenho muito o que dizer, fora que desde que ouvi a primeira vez não experimentei mais o mesmo êxtase musical que tive ouvindo esse álbum. Divino. Magistral.
Dica: Dvd Love For Sale - Chet Baker (tp,vcl), Michel Graillier (p), Jean-Louis Rassinfosse (b), Harold Danko (p), Hein Van De Geijn (b), John Engels (d)

Musicas:
01 - For Minors Only
02 - Minor Yours
03 - Resonant Emotions
04 - Tynan Time
05 - Picture of Heath
06 - For Miles and Miles
07 - C.T.A.

Pessoal:
Chet Baker - Trompete
Art Pepper - Sax. Alto
Phil Urso - Sax. Tenor
Carl Perkins - Piano
Curtis Counce - Baixo Acustico
Lawrence Marable - Bateria

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Boa audição - Namastê.
Postagem em parceria com Jazzmam e Borboletas de Jade
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Vitrine: Luz Lima & *Agroove Sambasoul*

Vitrine - Novidades e descobertas da Música
Host: Sharebee
Size: 23.40MB

Estilo: Soul-Funk

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O Projeto deu inicio em meados de Julho de 2008 com o encontro nada programado de dois trabalhos distintos, Paulo e Luz Lima (Tambaque) e de Raphael e Gian (Feijoada Groove); após o ensaio de ambos os grupos rolou a famosa 'canja' e dai nasceu a necessidade de montar um novo grupo onde surgiu o *Agroove Sambasoul*, grupo que mescla as melodias e harmonias da musica brasileira ao ritmo dançante do Funk americano. Com diversas influências, desde o Folclore Brasileiro ao Jazz Moderno , Luz Lima & *Agroove Sambasoul* vêm com a proposta de inovar e unir todos esses sons afim de por a galera pra dançar à um som cheio de experimentalismo e groove, valorizando a música brasileira.

Luz Lima & *Agroove Sambasoul*

Voz - Luz Lima
Guitarra/Violões - Raphael Cortezi
Baixo - Giancarlo Barlleta
Bateria - Paulo O'Campos

Músicas:

1-A Rã - João Donato e Caetano Veloso
2- Água de Beber - Tom Jobim
3- Baião - Luis Gonzaga
4- Cotidiano - Chico Buarque
5- Consolação - B. Powell & V.Moraes

My space: http://www.myspace.com/agroovesambasoul

Orkut:
Perfil
Comunidade

E-mail: agroovesambasoul@hotmail.com

Tel:
11 9220-4233 - Raphael Cortezi
11 5061-0279 - Paulo O' Campos

Vitrine: Você também é artista? Divulgue o seu trabalho aqui no Blog. Entre em contato e apareça.

Apoio dos Blogs
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Frases: Paul Newman

"Não se pode ser tão velho como eu sou sem acordar todas as manhãs com um sorriso no rosto: “ Meu Deus, ainda cá estou!”. É absolutamente fantástico como sobrevivi a todo o fumo, todos os carros e à carreira”.



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Domingo, 28 de Setembro de 2008

BB King

2006 - The Jazz Channel Presents BB King (Audio DVD)


Host: Media Fire
Size: 42MB e 40MB

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Mais uma vez estou trazendo um super audio do rei do Blues BB King. O que estou postando na verdade é o audio do DVD (que comprei e ripei) é simplesmente imperdível.

Um show em 2006 no "BET on Jazz: The Jazz Channel" , BB King ao lado de sua Lucille traz um repertório fantástico repleto de clássicos como "I'll Survive", "Peace of Mind", "Blues Boys Tune", "Bad Case of Love", "The Thrill is Gone", além da interação com a platéia.

As histórias contatas por BB King são sensacionais, em uma história antes da música "I'm Gonna Move To The Outskirts of Town" ele diz que vai explicar para platéia o motivo da música. E começa dizendo que onde ele morava no Missisipi, existia um homem conhecido como "Ice Man" (Homem do Gelo), pois esse homem andava com uma pedra de gelo nos ombros. Pois na época não tinham geladeira e sim uma "Ice Box" (Caixa de Gelo), e ele vinha por gelo na caixa e nunca foi apanhado, e diz que os homens não eram loucos pelo "Ice Man", mas as mulheres sim eram loucas por ele, elas davam café, jantar e o que ele queria. E ele (BB King) ficava no campo colhendo algodão, e a noite voltava para a casa e brinca com o jovem dizendo que chamariam de "almoçar" a noite. Mais ele chama de "jantar" e brinca dizendo que isso o deixa confuso. E ele voltava a noite para casa e a patroa parecia bem, ela tinha um jeito de se vestir que parecia mostrar tudo, mais não mostrava nada. E ele chegava e a patroa dizia "Querido?" e ele "Sim Sim", e ela dizia "O Homem do Gelo..." e por isso ele não gostava de ouvir esse nome. Essa era a explicação. E em meio a solos a música dizia mais ou menos assim, que iria mudar-se dali e que sua patroa não iria mais precisar do Homem do Gelo por que ele (BB King) iria comprar uma geladeira para ela e depois diz que pode parecer engraçado, mais se tiver filhos é melhor que se pareçam com ele (BB King) - (risos).

Enfim essa é mais ou menos a história que ele conta, a platéia nem precisa dizer que era risada atrás de risada. Por isso sou fã do BB King, além de tocar um blues como ninguem, tem carisma e consegue empolgar o público por onde passa.

Só não posto o DVD (Vídeo) por causa da minha conexão. Porém quem puder comprar - não está caro - e com certeza vale cada centavo. BB King é um músico fora do comum. Espero que gostem do Audio do DVD. Poste seu comentário a respeito depois que você ouvir.

Track List

01. Let The Good Time Roll
02. I'll Survive
03. Bad Case of Love
04. Peace of Mind
05. Coldonia
06. Blues Boys Tune
07. Early In The Morning
08. Just Like A Woman
09. I'm Gonna Move To The Outskirts of Town
10. The Thrill is Gone
11. I Know
12. Don't Go No Further (You Need Meat)
13. Please Accept My Love
14. Making Love is Good For You

Compre o DVD: Clique Aqui


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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Promoção Craig Pilo: Resultado



Amigos,

A capixaba Marina Zon Balbino foi a vencedora do cd Just Play, do baterista Craig Pilo.

Obrigado a todos que participaram.

Continuem de olho nas promoções que virão. Aguardem novidades.

Abs

JazzMan!

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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Promoção: Craig Pilo

Participe: concorra ao cd Just Play, do baterista Craig Pilo

Amigos,

O projeto Vitrine voltou a todo vapor com a missão de apresentar novas descobertas da musica brasileira e internacional.

O Vitrine existe porque meus colaboradores e eu sabemos que a internet está a nosso favor como uma excelente ferramenta para difundir cultura e conhecimento.

Sabendo dessa proposta, o baterista Craig Pilo teve a gentileza de enviar o seu trabalho para o nosso blog. É muito bom saber que alguns artistas estão à frente do "sistema", mostrando que compartilhar na internet não é crime e sim mais uma maneira eficaz de difundir a sua arte.

O baterista Craig Pilo é um artista com uma carreira sólida e uma vida estável, com diversos trabalhos que incluem trilhas para séries famosas, como Sex and the City, CSI Miami, dentre outros. Ele poderia apenas vender o seu cd e ficar com o seu público restrito, que ele ganharia dinheiro de qualquer forma. Mas Craig prefere ir além, disponibilizando seu cd na íntegra para os usuários do blog JazzMan!. O que ele ganha com isso? Ganha muito! O JazzMan! tem uma média diária de 1.700 visitas, sendo um ótimo meio de difusão cultural. Serão diversos internautas que terão a oportunidade de ouvir a sua música, entrar no seu MySpace, conhecer a sua biografia e, até mesmo, podem vir a comprar o cd. Resumindo: Quem divulga a sua arte na internet tem retorno garantido.

Promoção:
Craig me enviou um CD para sortear entre os amigos do blog JazzMan! Participe!!

Regulamento:
Envie um e-mail para jazzmandoorkut_01@yahoo.com.br, a partir de 20:00 do dia 26/09 (sexta). O primeiro e-mail que chegar, leva o cd. Não esqueçam de deixar o nome completo e a cidade no corpo da mensagem.

Atenção:
Não serão aceitos e-mails que chegarem antes da hora. Se chegar 19:59, esquece!!!

Vitrine: Você também é artista? Divulgue o seu trabalho aqui no Blog. Entre em contato e apareça.


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Vitrine: Craig Pilo

Vitrine - Novidades e descobertas da Música


Host: Sharebee
Size: 78,3 MB

Estilo: Jazz Fusion

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Tracks:

1 Early Cynical Mystery (Pilo)
2 Autumn Leaves (Mercer)
3 Shades of Blue (Pilo)
4 Red Clay (Hubbard)
5 Impressions (Coltrane)
6 Awkwardly Mobile (Pilo)
7 Teen Town (Pastorius)
8 All Blues (Davis)
9 Softly as in a Morning Sunrise (Romberg)
10 Miles Mode (Coltrane)

Em 2007, Craig Pilo ganhou o prêmio L.A. Music Award, na categoria Jazz Artist of the Year, pelo álbum Just Play.

A compoição Shades Of Blue, do cd Just Play, ganhou o prêmio Great American Songwriting Award.

Oriundo de Connecticut, Craig Pilo foi graduado pela Escola de Música da Universidade do Norte do Texas, em 1995, como licenciado em Música. No outono de 1996 mudou-se para Los Angeles, onde reside atualmente. Em 1997, Craig fez a turnê de outono com o famoso trompetista Maynard Ferguson para promover seu Cd One More Trip To Birdland. Craig atribui seu sucesso precoce a alguns de seus professores particulares: Alan Dawson, Ed Soph, Dave Weckl, e Jeff Hamilton.

De 1998 até 2002, Craig trabalhou ao redor de Los Angeles e manteve uma agenda regular com Player ("Baby Come Back") e alguns artistas locais, participou de programas de TV, filmes, e dos CDs de artistas locais (Billy Vera, Malo, Heatwave, Blue Magic, Deniece Williams, Don Rickles, The Delfonics, Tommy Roe, Chris Montez e Danny Weis (Iron Butterfly)). Uma lista parcial de créditos deste período inclui as trilhas sonoras de Ally McBeal, Boston Public, Sex and the City, CSI Miami, Malcolm in the Middle, Sabrina, The Osbornes, e os filmes Violação de Conduta e Dirty Dancing II: Havana Nights.

Na primavera de 2002, Craig começou a tocar regularmente com Pat Boone. Ele fez várias turnês ao longo dos próximos anos e gravou em vários CDs de Pat. Craig tocou na faixa “Under God”, para o Cd de relançamento do álbum American Glory, de Pat, em 2002. Em 2004, Craig se afastou de suas exibições regulares, começou a tocar com Angela Carole Brown e fez algumas turnês com a banda Red Elvises. Cada projeto rendeu um CD que incluía Craig na percussão. Os Red Elvises gravaram e lançaram um CD ao vivo feito a partir de um dos concertos na Rússia, e Angela Carole Brown gravou e lançou The Slow Club. No verão de 2005, Craig voltou a tocar com Pat Boone durante sua turnê pela Irlanda. E no verão de 2006, Craig tocou no Playboy Jazz Festival com Angela Carole Brown e The Slow Club Quartet.

Em novembro de 2005, Craig entrou no "Rock’N’Roll Hall-of-Fame" do cantor Frankie Valli, e participou da turnê da banda. Craig continuou excursionando com Frankie em 2007, mas também pôde ser visto em turnê com Edgar Winter, e Player. Em abril de 2007, Craig lançou um CD solo Just Play, pela gravadora Rue De La Harpe.

Para informações mais atualizadas, confira a agenda de Craig Pilo em seu site: http://www.craigpilo.com/



"Craig's CD is a dynamic look at classic jazz tunes, mixed with his own well-crafted compositions."

- Mondo Blu Radio

"I’m betting you’ll be happy with the playing Craig and the band lay down on this disc. Simply outstanding jazz, crisply recorded from a lengthy all-star cast. Appearing on the tracks I’m playing are Mitchel Forman and Ed Czach with some truly blistering Fender Rhodes work, Burt Samolis, Keith Hubacher, Jim King, Tom Kennedy and David Enos each on some equally blistering bass lines, Roman Dudok on sax, with Pilo keeping the rhythm locked and loaded and filled with particularly tasty cymbal work."

- FusionGroovin

"Pilo is a pro drummer (Frankie Valli, Maynard Ferguson) whose solo jazz project features a group of adept musicians on his original themes (and choice covers). Pilo allows his Fender Rhodes player to shine on the mellow “Early Cynical Mystery.” His bassist and sax player groove with skill and feel on “Shades of Blue.” Pilo’s pounding drums take center stage on “Awkwardly Mobile.” This disc will please listeners who’ve got a taste for hard jazz and impressive musicianship."

- Los Angeles Music Connection Magazine (Oct 2007)

Links:

Craig Pilo.com
MySpace
Apple iTunes

E-mail: craigpilo@craigpilo.com

Compre o cd: http://cdbaby.com/cd/craigpilo

YouTube:

Craig Pilo Drum Solo:


Early Cynical Mystery (c) 2007 Craig Pilo:


Craig Pilo Drum Solo with the Red Elvises:


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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Ed Motta

2008 - Chapter 9


Host: Rapidshare
Size: 60MB

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Por Marcelo E. Donati (Para o Blog Jazz e Rock)

Lançado no fim de agosto de 2008, o nono Cd de inéditas do grande Ed Motta tem vários destaques. Um deles é a divulgação, já que o cd está sendo oferecido gratuitamente, por tempo limitado, pelo site da Trama. E o detalhe mais marcante é que Ed gravou todos os instrumentos. Ou seja, é seu trabalho mais autoral. O que era para ser apenas uma demo de estúdio para testar os arranjos tornou-se o cd oficial, já que Ed foi a São Paulo, trancou-se no estúdio e gravou todos os instrumentos apenas para ter uma referência para passar para os músicos. Só que foi convencido pelo João Marcello, da gravadora Trama, a manter a sua gravação das músicas, preservando o feeling inicial. Com base nisto, Ed voltou ao Rio de Janeiro, fez os overdubs e finalizações, trocou as melodias pelas letras fornecidas pelos parceiros e nos brindou com este capítulo nono de sua magistral carreira.

Para quem imaginaria mais um álbum funkeado ou com temas de jazz intrincados, Ed surpreendeu e fez um álbum totalmente sem rótulos, com um tema obscuro de abertura abertura (a faixa inicial The Man form the Oldest Building), um rock cheio de power chords (a zeppeliana "Tommy's Boy Big Mistake") um sutil reggae cheio de detalhes (The Sky is Falling) e um pop à la anos 80, claramente influenciado por David Bowie, New Order, Joy Division e outros (You're Supposed To... ). Há espaço também para um clima happy times, meio Steve Wonder, meio Steely Dan (The Runaways), música que evoca um passeio de carro pela Califórnia ensolarada tomando um drink de frutas (nas palavras do próprio Ed). Ainda há vários outros temas: Ikarus on the Stairs (onde Ed toca apenas o famoso Rhodes e desfila beleza e encantamento), St. Christopher Last Stand, The Caretaker, Georgie And The Dragons e Twisted Blue, a música mais representativa deste disco, por ser soturna, elegante, pesada e totalmente diferente dentro do universo edmottiano. Enfim, um disco totalmente não-conceitual, que conseguiu surpreender até ao próprio criador, já que o mesmo é apaixonado pela sonoridade setentista, porém acabou concebendo um disco permeado com inúmeras 'épocas musicais' e repleto de várias facetas.

Observações: a faixa Twisted Blue (que é meio apreensiva à princípio, mas que, com o tempo, torna-se uma música apaixonante) já foi gravada num disco do Quarteto Mahogany com o nome de "A Foggy Day in Teresopolis", só que numa versão estilo choro, e com Ed cantando a melodia sem letra. Já "Ikarus on the Stairs" já foi tocada em algumas apresentações ao vivo como um tema de improviso. Aqui, ela ganha agora registro oficial. É um disco belo e intenso, pra se absorver, música e letra, aos poucos, saboreando cada detalhe, como um bom vinho...

Track List

1.The Man From The Oldest Building
2.You’re Supposed To …
3.Twisted Blue
4.The Runaways
5.St. Christopher’s Last Stand
6.Tommy Boy’s Big Mistake
7.The Sky Is Falling
8.The Caretaker
9.Georgie And The Dragons
10.Ikarus On The Stairs


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1961 - In Person: Recorded Live at the Village Vanguard (Live) - The Bobby Timmons Trio

Conta quem ouviu uma das conversas que precedeu o afastamento dos dois jazzmen (John & Miles) e pôs fim a um dos mais excepcionais quintetos que jamais existiram na História do Jazz responsável entre outros imortais registos pelo incontornável "Kind of Blue" que tudo sucedeu mais ou menos assim:
M.D. " John, isto não pode continuar deste modo. Os teus solos estão cada vez mais extensos, nos últimos concertos chegaram a ultrapassar os 20 minutos. Concordas decerto que para mim e para o Cannonball é incómodo e desmotivador aguardar tanto tempo para enfim podermos executar os nossos solos e expormos o tema, no final... Não?"
J.C.: " Man, I'm sorry. Mas quando estou a improvisar surgem-me sempre ideias que quero explorar mais a fundo e, de repente, fico como numa espécie de transe. Uma energia astral passa a dominar, bloqueando a minha capacidade de poder parar quando quiser. É complicado, percebes?... Então, diz-me, como é que paro de solar??"
Simulando estar a segurar nas suas mãos um saxofone imaginário e fazendo o gesto de o afasta-lo de si, Miles exemplificou com uma exclamação nada ufanica...
MD: " É fácil! Assim... tirando essa p...da boca! ".
Uma coisa interressante no jazz é além das curiosidades na primeira pessoal de um músico é sua fulgaz forma de surpriender quando não se esta esperando nada."In Person"- album de Timmons, mostra claramente que ele era mais do que apenas o compositor de jazz com pretuberancia no funky e no soulful. Com um rigoroso tricô de um fantastico trio que incluía dois jovens músicos que passou ao jazz grandes realizações: o baixista Ron Carter e o baterista Al "Tootie" Heath, in Person foi gravado nos palcos do "Village Vanguard", NYC, no dia 01 de Outubro de 1961 num Bepop que marcou uma fase na historia do jazz. Sente, relaxe e ouça com afinco o que tres musicos podem fazer com seus instrumentos na linguagem do ouvir o que é eterno.

Faixas:
01 - Autumn Leaves
02 - So Tired
03 - Goodbye
04 - Dat Dere (Theme)
05 - They Didn't Believe Me
06 Dat Dere (Full-Length)
07 - Popsy
08 - I Didn't Know What Time It Was
09 - Softly, As In A Morning Sunrise
10. Dat Dere (Theme)

Musicos:
Bobby Timmons - Piano
Ron Carter - Baixo
Albert "Tootie" Heath - Bateria

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Vitrine de volta!!!

Se você é músico, divulgue o seu trabalho no blog JazzMan!


Prezados amigos,

O espaço Vitrine é um projeto em parceria com diversos blogs, visando divulgar novas descobertas da nossa música.

Já tive a felicidade de apresentar artistas da qualidade de Ludmila Amaral, 3 Por Acaso, a americana Deena Russo e muitos outros que se dispuseram a apresentar os seus respectivos trabalhos.

Por falta de tempo, tive que dar uma pausa nas atividades do Vitrine, mas estamos voltando com toda força.

Se você tem um grupo, é cantor ou cantora, entre em contato comigo e divulgue o seu trabalho aqui no projeto Vitrine. Serão aceitos os mais variados estilos e gêneros, sem preconceitos. O importante é que o artista tenha a oportunidade de apresentar a sua música.

Mande um e-mail para jazzmandoorkut_01@yahoo.com.br, contendo as MP3, créditos das músicas, nome das faixas, release, fotos, vídeos no youtube (ou similares), contatos, links e capa de cd (se possível).

Essa é uma ótima oportunidade de você aparecer. O Blog JazzMan! tem uma média de 1.500 a 2.000 acessos por dia, sendo uma ótima ferramenta de divulgação. Além disso, O Vitrine é uma parceria com diversos blogs, como Um Que Tenha, Som Do Roque e Feijão Tropeiro, aumentando ainda mais a visibilidade.

Sem você tem um Blog e quer participar dessa iniciativa, entre em contato.

Obrigado,

JazzMan!
jazzmandoorkut_01@yahoo.com.br

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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Problemas no servidor de imagens

Prezados amigos,

Estamos com problemas no servidor ImageShack, que hospeda algumas das nossas fotos. Estamos trocando de servidores e logo o blog será normalizado.

Se vocês encontrarem algum cd sem capa, avise. jazzmandoorkut_01@yahoo.com.br

Obrigado,

JazzMan!

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1945 - Dizzy Gillespie-Charlie Parker: Town Hall, New York City, June 22, 1945 (Uptown)

Uma descoberta arqueológica que altera significativamente a história discográfica dos primeiros tempos do bebop depois de uma descoberta feita pelo dono da gravadora Uptown Records, Robert Sunnenblick cotendo quarenta minutos de pura adrenalina bebopiana, uma jóia rara intitulada:. Dizzy Gillespie-Charlie Parker: Town Hall, New York City, June 22, 1945 (Uptown). O show foi gravado em 22 de junho de 1945 em Nova York e além dos grandes mestres Dizzy e Bird o sexteto tem Don Byas no saxofone tenor, Al Haig no piano, Curley Russell no baixo e Sid Catlett e Max Roach dividindo a bateria. O album apresenta um som bem razoável e chiado quae imperceptivel, improvisando ao vivo a partir de seis faixas do idioma Bebop - "Night in Tunisia", "Groovin’high" e "Salt peanuts", de Gillespie; "Hot house", de Tadd Dameron; "52nd. Street theme", de Thelonious Monk onde Bird e Diz gravaram esses temas centenas de vezes. Por que então o registro desse concerto inédito de 22 de junho de 1945 pode ser considerado uma reliquia?. Quem pode nos dar uma resposta a´alturanada mais que Fred Kaplan - crítico de jazz do "The New York Times" - "Pedra da Roseta do bebop?!!!!".Sem falar na qualidade intrínseca das performances desse quinteto Parker - Gillespie (o grande tenorista Don Byas aparece também na primeira faixa e Sid Catlett substitui Max Roach em dois números), basta lembrar que a primeira sessão de gravação histórica do autêntico bebop ocorreu em 11 de maio de 1945. Naquela data, os "All-Stars" de Dizzy Gillespie era formado:Parker-sax.; Al Haig-piano; Curley Russell-baixo; Catlett- bateria, perpetuaram quatro faces de discos de 78 (r.p.m.) para o selo Guild: "Salt peanuts", "Shaw’nuff", "Lover man" (com vocal de Sarah Vaughan) e "Hot house". Mas as faces dos discos de dez polegadas dos anos 40 não ultrapassavam os 3m22s ficaram galfado no tempo. Só em 45 esta formação integra por completo este achado com a chegada do long play 33\5 o que não se podeia fazer com os 78 por falta de tempo. Em apenas 35 anos de vida Parker também conhecido como "Bird" foi um dos principais responsáveis pelo surgimento do Bebop - um novo e rápido estilo de jazz, marcado por longas improvisações e que influencia músicos até os dias de hoje. De acordo com críticos, se Parker era a alma do Bebop, o trompetista Dizzy Gillespie era o coração sendo responsável por consolidar o novo estilo. Para muitos, Parker transformou o Bebop numa música considerada "cult" enquanto Gillespie o popularizou. Dizzy teve uma carreira bem mais longa que "Bird", começando no final da década de 30 e terminando apenas com sua morte em 1993. Charlie Parker morreu em 1955 devido a problemas de saúde relacionados com o alto consumo de drogas.
Faixas:

01 - Shaw Nuff
02 - Be-Bop
03 - Groovin' High
05 - Salt Peanuts
06 - Hot House
07 - 52nd Street Theme

Musicos:
Dizzy Gillespie - Trompete
Charlie Parker - Sax. Alto
Don Byas - Sax. Tenor
Al Haig - Piano
Curley Russell - Baixo Acustico
Max Roach - Bateria
Sid Catlett - Bateria

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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Ponto de vista: Carolina Leipnitz

'Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico'

Stan Getz

As fusões de Stan Getz

Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)




Se você pensa que Stan Getz foi apenas Cool e Bossa Nova, está totalmente enganado. Depois de desfrutar de muito sucesso ao difundir a Bossa Nova pelo mundo, Stan Getz acabou aderindo ao fascínio eletrônico do Jazz-Fusion.

Tudo começou em 1967, no álbum Sweet Rain, quando o Stan Getz Quartet (Billy Hart, George Mraz, Grady Tate e Ron Carter) se uniu aos músicos Chick Corea, Stanley Clarke (que viriam a fundar o Return to Forever, em 1971) e o baterista Tony Williams. Sweet Rain não é exatamente um álbum de Fusion, mas já mostra Getz numa configuração totalmente diferente do que havia sido a sua carreira até aquele momento.

Em 1972, Getz gravou Captain Marvel, se reunindo com um grupo de músicos que foram expoentes na difusão do Fusion na década de 70. São eles: Chick Corea com o seu Return to Forever (Stanley Clarke (baixo) e Airto Moreira (percussão)), além do baterista Tony Williams. Com exceção de Clarke, todos já haviam participado de formações do trompetista Miles Davis.

Os críticos não gostaram das experiências eletrônicas de Getz, que chegou a utilizar um Echoplex no seu saxofone. Logo resolveu desistir desta sonoridade, regressando gradativamente ao jazz mais tradicional, e acústico. Infelizmente...

Baixem os álbuns Sweet Rain e Captain Marvel. Duas obras-primas de Stan Getz, um dos maiores saxofonistas da história.JM

Sweet Rain - 1967

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Getz, Hart, Mraz,
Tate, Carter, Corea,
Clarke e Williams


Captain Marvel - 1972

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Getz, Corea, Clarke,
Williams e Moreira



http://www.stangetz.net/

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Domingo, 21 de Setembro de 2008

Festival Tudo É Jazz 2008

Balanço Final

Por Leonardo Alcântara (JazzMan!)

Ron Carter e Milton Nascimento

Mais de vinte artistas nacionais e internacionais participaram do Festival Tudo É Jazz, que aconteceu entre os dias 11 e 14 de setembro em Ouro Preto. O evento foi marcado por sua excelente organização e pela notória variedade musical. O público pôde ouvir jazz, blues e música brasileira de qualidade, que combinados a cenários belíssimos e a uma infra-estrutura completa, movimentaram a cidade.

O Festival Tudo É Jazz é um orgulho para todos aqueles que admiram boa música e prezam pela qualidade. Os esforços das pessoas envolvidas (prefeitura, produção, imprensa, artistas, técnicos, público...) são admiráveis. A consciência de fazer deste festival um dos mais importantes do mundo é mútua, mostrando que o Brasil caminha com as próprias pernas neste segmento.

Yaron Herman Trio, Kurt Rosenwinkel Trio, The Three Cohens, Nicholas Payton Band, Christian McBride Band, Dudu Lima, Maria Bragança Quarteto, Spok Frevo Orquestra, Milton Nascimento, Wayne Shorter e Ron Carter foram alguns dos nomes de peso que apresentaram estilos e diferentes vertentes musicais para um público variado. Jovens, crianças e famílias inteiras curtiram uma verdadeira miscelânea de sons e estilos com muita segurança e conforto.

O pianista israelense Yaron Herman mostrou-se surpreso com a qualidade técnica do festival: “Eu já toquei em diversos festivais no mundo e nunca vi uma estrutura tão boa”, comentou o pianista, que prometeu voltar em breve ao Brasil.

Se me perguntarem quantas estrelas – de uma a cinco – eu daria ao festival, daria cinco, mas lamentando profundamente não poder dar mais. Vocês podem achar que é um exagero da minha parte, mas garanto que não é. Exagero foi ver numa só noite artistas da importância de Nicholas Payton e Christian McBride. Ou ver um show de Milton Nascimento na companhia de Wayne Shorter e Ron Carter.

Não preciso nem falar que o som foi perfeito, que a organização foi uma surpresa... Fico feliz em ver que essas coisas estão se tornando normais em festivais no Brasil. Iniciativas como a do Tudo É Jazz e de Rio das Ostras são exemplos de que é possível fazer um festival com ótima estrutura e, sobretudo, respeito com aquele que faz o festival: o público. JM

Ron Carter, Milton Nascimento e Wayne Shorter


Agradecimentos:

Produtora Era
Noir Comunicação
MultCult

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Festival Tudo É Jazz 2008

Um festival inesquecível...

Yaron Herman e JazzMan!