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Podcast Perfil - A saga e o estilo do maestro Moacir Santos, um dos maiores mestres da música brasileira !!!

29 de novembro de 2010




Coisas (Forma), de 1965
The Maestro (Blue Note), de 1972
Saudade (Blue Note), de 1974
Carnival Of the Spirits (Blue Note), de 1975
Opus 3, nº 1 (Discovery), de 1978
Ouro Negro (Adventure Music), de 2001
Choros & Alegria (Biscoito Fino), de 2005

Olá queridos colegas e visitantes do Blog Farofa Moderna! Sejam bem vindos a mais um dos nossos programas da série "Perfil", série de números de podcast, onde tentamos esmiuçar a personalidade musical dos grandes mestres do jazz e da música instrumental brasileira. Neste programa o mestre abordado é ninguem menos que o maestreo Moacir Santos, considerado pelos críticos como um dos principais arranjadores e compositores brasileiros, um verdadeiro renovador e inovador da harmonia e do arranjo da música instrumental brasileira e considerado, também, um grande mestre pelos maiores músicos e cantores da MPB. Em todos os discos abordados no podcast (e relacionados acima), o que se ouve é um estética de música brasileira casada com o funky e a soul músic, numa pegada -- tanto soulful como brazilian -- que só Moacir conseguiu imprimir: nos ingredientes estavam elementos provenientes da bossa nova, do samba, do jazz, do funky, da soul music (ele empregava muito arranjos vocais no estilo de corais a capella), da música nordestina e da world music, todos esses elementos destilados em arranjos modernos, grooves geniais e todo um conjunto de idéias próprias do mestre Maestro Moacir Santos. Ouçam! Abaixo, o link:





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Various Artists - 2001 - Verve Presents: The Very Best of Christmas

17 de novembro de 2010

Feliz Natal!


Host: MediaFire
Size: 57.8 MB

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Tracks:

01. Rudolph, The Red-Nosed Reindeer - Ella Fitzgerald
02. Merry Christmas, Baby - Kenny Burrell
03. Christmas Eve - Billy Eckstine
04. Here Comes Santa Claus - Ramsey Lewis
05. Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow! - Joe Williams
06. Greensleeves - John Coltrane
07. The Christmas Song - Mel Torme
08. 'Zat You, Santa Claus? - Louis Armstrong
09. Winter Wonderland - Shirley Horn
10. Santa Claus Is Comin' To Town - Bill Evans
11. Good Morning, Blues - Count Basie
12. Jingle Bells - Jimmy Smith
13. Silent Night - Dinah Washington
14. A Child Is Born - Oscar Peterson

Credits:

Ella Fitzgerald - Vocals
Kenny Burrell - Guitar
Billy Eckstine - Vocals
Ramsey Lewis - Piano
Joe Williams - Arranger, Vocals
John Coltrane - Sax
Mel Torme - Vocals
Louis Armstrong - Vocals
Shirley Horn - Vocals
Bill Evans - Piano
Count Basie - Piano
Jimmy Smith - Organ
Dinah Washington - Vocals
Oscar Peterson - Piano

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Cds de Natal do Blog JazzMan!



Olá, amigos!

O natal está chegando e com ele vem os malditos cds natalinos da Simone e do Ivan Lins. Nada contra os dois. Eu os amo! Mas ninguém aguenta todos os anos a mesma coisa. Já me dá arrepios só de imaginar a Simone cantando "Noite feliz". Socorro!!!

Vamos variar um pouco? A partir de hoje, até o natal, estarei postando diversos cds natalinos de jazz. Baixem à vontade e compartilhem também nas redes sociais.

Na seleção, teremos: Oscar Peterson, Wynton Marsalis, Dave Brubeck, Kenny Burrell e muitos outros.

Aproveitem!!!

Boas Festas!!!

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TRIBUTO À ALEGRIA - D'ÁGUA PRETA

16 de novembro de 2010

Dia 11/12 vai rolar o TRIBUTO À ALEGRIA, com o DAGUA PRETA JAZZ GROOVE, grupo de PARAIBUNA.

O DAGUA PRETA promoverá a festa para arrecadar fundos para gravação de cd. NO REPERTÓRIO DA NOITE estarão AS MELHORES MÚSICAS de SEU JORGE, TIM MAIA, JORGE BEN JOR com pitadas de SKANK, J QUEST, ZECA BALEIRO,  e ainda, RAUL SEIXAS!

Como noticiado pelo Gazeta Paraibuna anteriormente, DAGUA PRETA está entre os 12 finalistas do FESTIVAL COMBUSTÍEL após uma fase classificatória e duas eliminatórias, e em Janeiro concorrerá ao prêmio de GRAVAÇÃO DE VIDEO CLIPE, na grande final no Rio. 

O TRIBUTO À ALEGRIA será no SEGUNDO SÁBADO DE DEZEMBRO (11/12) ÀS 23H no espaço chamado de "A FÁBRICA" que fica na ESTRADA DO ITAPEVA KM 4.

Embora o nome "ESTRADA DO ITAPEVA" O PERCUSO TODO É ASFALTADO!

O INGRESSO é R$10,00 e pode ser ADQUIRIDO NA CASA MACEDO ou com os integrantes do grupo.

MAIS INFORMAÇÕES








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Radio Farofa Moderna - Hard Bop & Soul Jazz: blues, gospel, spirituals, swing, funky, soul!

1 de novembro de 2010


E aê galera, senhoras e senhores! Além do já existente canal do 'jazz contemporâneo', o blog Farofa Moderna tem o prazer de vos apresentar mais um canal da Radio Farofa Moderna, dessa vez especializado nos estilos de jazz conhecidos como hard bop e soul-jazz -- e já quero vos deixar a expectativa de que, no decorrer de um curto prazo, estaremos concluindo outros canais com outros estilos de jazz, procurando abranger os mais variados gostos e exigências dos nossos visitantes e, claro, mantendo nossa visão de autenticidade do jazz, independente da sua abordagem tradicional, moderna ou contemporânea. Este canal, que aqui vos apresento, abrigará mais de 70 sonzeiras dos estilos de jazz conhecidos como hard bop e soul jazz, compreendidos entre meados dos anos 50 até o final dos anos 60. O player é automático e a seleção é aleatória, ou seja, a cada vez que o ouvinte clicar sobre o canal uma nova sequência de faixas será tocada: isso possibilita que o ouvinte conheça novas faixas e novos músicos a cada vez que ele clicar no canal para ouví-lo, além de evitar um certo “cansaço” em caso do mesmo ouvinte querer ouvir a seleção inúmeras vezes.

O estilo chamado hard bop foi desenvolvido por músicos negros em resposta ao cenário dos músicos brancos do estilo cool jazz e do West Coast americano que praticamente passaram a dominar o jazz no início dos anos 50. O hard bop é nada mais do que uma retomada e uma extensão do bebop, linguagem fundada pelo genial saxofonista Charlie Parker e pelo trompetista Dizzy Gillespie em 1945. Porém, no hard bop a “levada”, o “swing”, é quase sempre mais lenta do que no bebop, que já nascera como um estilo muito rápido e que exigia do instrumentista uma capacidade excepcional de tocar uma quantidade absurda de notas abruptas em velocidade. O hard bop, ao contrário do bebop dos anos 40, se formalizou através de andamentos mais lentos e balançantes – até mesmo a ponto de se aproximar muito da dança, do swing, só que numa abordagem mais afro e lenta --, isso porque ele condensou outras influências afro-americanas que foram englobadas no jazz nos anos 50 e que não eram englobadas na primeira versão do bebop nos anos 40: há, portanto, uma maior abordagem das variabilidades harmônicas e melódicas em torno dos “riffs” do blues, gospel e da emergente soul music da época (ou Rhythm'n'blues).



No podcast vocês ouvirão nomes conhecidos que fizeram história a partir do hard bop tais como: Max Roach, Horace Silver, Art Blakey, Miles Davis, John Coltrane, Donald Byrd, Wes Montgomery, Lee Morgan, Lou Donaldson, Hank Mobley, Charles Mingus, dentre outros. Entre os nomes menos tarimbados estão: Lucky Thompson, Gigi Gryce, Eric Dolphy, Oliver Nelson, Booker Little, entre outros. Apesar da preponderância do blues, gospel e soul, também há uma tênue influência afro-latina por meio de rítmos como o calypso, o boogaloo, a salsa e o mambo, haja vista que músicos como Dizzy Gillespie e Art Blakey já vinham adicionando elementos afro-latinos na rítmica tradicional do jazz. Contudo, a maior herança deixada pelo hard bop foi o elemento “funky”, um “beat” (batida) que foi se desenvolvendo e se distanciando do swing tradicional do jazz: dois dos grande pioneiros da "pegada" funky foram o saxofonista Lou Donaldson e o pianista Horace Silver. Nos anos 60, a partir das enérgicas batidas do rock'n'roll (talvez originadas da batida “shuffle” já existente nas levadas das bandas de que englobava variabilidades mais animadas do blues, como o boogie-oogie), da síncopação “funky” já existente no jazz e da espiritualidade do gospel e da soul music (o chamado elemento “spiritual” da música negra americana), o cantor James Brown fundou o gênero conhecido hoje como “Funk”, uma marcação rítmica inicialmente simplificada e marcante que se caracterizou e desenvolveu suas variantes a partir dos anos 70. Já o Soul Jazz é uma versão mais “spiritual” do hard bop, onde o gospel é o que fica mais evidente: os expoentes são os organistas Jimmy Smith, Richard Groove Holmes, o saxofonista Lou Donaldson, o guitarrista Wes Montgomery, entre outros. Essas delimitações – entre bebop, hard bop, soul jazz e funky – foram frutos de anos de desenvolvimento musical, onde vários fatores étnicos, folclóricos e, de um modo geral, culturais, foram protagonistas através dos vários músicos que colaboraram com suas personalidades, inovações e abordagens: portanto é muito difícil, até mesmo para o jazzófilo já “macaco velho”, saber exatamente onde acaba um estilo e se inicia o outro. Mas, apesar de tentarmos, por meio de palavras, definir essas variantes do jazz, o objetivo mesmo é esquecer um pouco dos rótulos e deixar que nossos ouvidos e nossas emoções se encarreguem de definir, pra nós mesmo, o que é o bom e velho jazz. Clique nas imagens para saber mais e/ou acesse, abaixo, nossa sessão de rádio e ouça os outros canais!!!



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