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28 de abril de 2011

Rio das Ostras Jazz & Blues 2011

9ª edição do festival traz mais de 10 atrações nacionais e internacionais em shows gratuitos.



O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega a sua nona edição com um elenco de primeira.

O festival acontece de 22 a 26 de junho, feriado de Corpus Christi, em Rio das Ostras, balneário a 170 km do Rio de Janeiro. Os shows são gratuitos e distribuídos em quatro palcos: Praça de São Pedro (11h15min), Lagoa de Iriry (14h15min), Praia da Tartaruga (17h15min) e na Cidade do Jazz e do Blues, em Costazul (20h). O espaço da Praça São Pedro é dedicado a revelações e novos talentos do cenário do blues e do jazz nacional, dando oportunidades a mais e novos artistas do crescente cenário musical brasileiro.

Eleito pela mídia especializada nacional como o maior festival do gênero da América Latina e indicado pela revista americana Downbeat como um dos 10 maiores do mundo no gênero, em 2010, o Rio das Ostras Jazz & Blues entrou oficialmente no calendário de eventos do Estado do Rio de Janeiro.

A nona edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival traz um saudável ecletismo de estilos e de gerações: Yellowjackets, Nicholas Payton, Medeski, Martin & Wood com a genialidade do saxofonista Bill Evans, Tommy Castro, Jane Monheit, Bryan Lee, José James, Saskia Laroo Band e um dos maiores talentos da nova geração de músicos cubanos, o pianista Roberto Fonseca.

As atrações nacionais retratam a diversidade e a qualidade da nossa música: Comemorando 30 anos de carreira, Azymuth acompanhado do saxofonista Léo Gandelman, o guitarrista Ricardo Silveira e Nuno Mindelis, um dos melhores bluesman do Brasil. A Orquestra Kuarup, com regência do maestro Nando Carneiro, abre a nona edição do Rio das Ostras Jazz & Blues.

O festival traz ainda a Orleans Street Jazz Band. Esta banda percorre os principais pontos da cidade executando standards do jazz de New Orleans.

http://www.riodasostrasjazzeblues.com


PALCOS

CIDADE DO JAZZ & BLUES (Praia de Costazul – shows a partir das 20 horas)
A infra-estrutura de Costazul conta, além do palco principal, com uma praça de alimentação com 25 restaurantes e bares, 12 pontos de venda (quiosques) de produtos artesanais da cidade, de CDs, revistas e camisetas e telão que transmite os shows ao vivo. Ainda em Costazul, a Casa do Jazz e do Blues. No espaço exposição de fotos e biografias dos artistas mais importantes dos gêneros além da exibição de documentários e shows de bandas locais.

Partindo da Igreja Matriz, no Centro, seguir pela Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), na direção de Macaé. Na altura do km 150, virar à direita, na entrada do Bairro Costazul, percorrendo aproximadamente 1 km na Avenida Governador Roberto da Silveira. A cidade do jazz e do blues fica no antigo camping de Rio das Ostras.

PRAIA DA TARTARUGA (show às 17h15min)
Localizada em uma pequena enseada, situada entre as praias do Abricó e Praia do Bosque, o Praia da Tartaruga abriga o palco mais charmoso do festival. Na Tartaruga o público assiste aos shows sob o pôr-do-sol. O palco é montado sobre uma pedra que, literalmente, invade o mar.

LAGOA DE IRIRY (show às 14h15min)
No palco da Lagoa de Iriry, o público está lado a lado com o artista em um anfiteatro circundado por vegetação típica de restinga. A Lagoa de Iriry fica no Jardim Bela Vista, em Costazul.

CONCHA ACÚSTICA DA PRAÇA DE SÃO PEDRO (show às 11h15min)
Novidade! Este palco foi criado não só para os novos talentos, como para bandas que já estão na estrada há algum tempo à procura de um lugar ao Sol. Palco com shows às 11h15min da manhã ao ar livre em frente ao mar maravilhoso da cidade de Rio das Ostras.


QUEM VEM

MEDESKI, MARTIN & WOOD C/ BILL EVANS

O encontro entre Medeski, Martin & Wood e Bill Evans é uma experiência musical única que combina elementos de funk, jazz, soul e blues. O resultado é uma banda de músicos sensacionais que podem tocar todos esses estilos e praticamente qualquer tipo de música no mais alto nível.

De um lado, está o talento musical, a fluidez e o groove de Medeski, Martin & Wood. A junção do trio de jazz, funk, "avant-noise" e um milhão de outras correntes musicais e impulsos é quase impossível de classificar, exatamente como eles gostam. As excursões de teclado de Medeski, as linhas de baixo energéticas de Chris Wood e as batidas dançantes, flexíveis de Billy Martin se assemelham a um organismo único, movendo graciosamente entre o gênero que desafia composições e improvisação em cima de uma extensa groove implacável.

Do outro lado, há o sax alto de Bill Evans, que deixou sua marca no jazz, funk, música brasileira, reggae e hip-hop por mais de 20 anos, tocando com Miles Davis aos 22 anos, depois trabalhando com grandes nomes como John McLaughlin Mahavishnu Orchestra, Herbie Hancock, Lee Ritenour, Mick Jagger, entre muitos outros.
Lançou 14 CDs solo, tendo seu CD "Soul Insider" com Les McCann nos vocais, recebido uma indicação ao Grammy.

YELLOWJACKETS

Na música, o tempo voa, os estilos evoluem sem parar, e as bandas vêm e vão. Mas também há raras estáveis. Um grande exemplo no jazz é o Yellowjackets. Criado em 1981 como uma banda de R&B em que estrelava o guitarrista Robben Ford, o grupo deu um passo gigante quando, depois da partida de Ford, o saxofonista alto Marc Russo entrou em seu lugar. Nos anos 90 Russo decidiu sair por conta própria. Seu substituto, o saxofonista Bob Mintzer (sax tenor e clarinete baixo), adicionou mais credibilidade jazz à música do grupo.

Em 2011, a banda de eletro-jazz acústico que o tecladista Russell Ferrante e o baixista Jimmy Haslip formaram, celebra 30 anos, um marco comemorado com o lançamento do CD "Timeline". Foram 2 Grammys conquistados e 17 indicações ao longo desses 30 anos. Como Haslip explica: "Começamos muito envolvidos com cada projeto e tentamos elevar ou abrir as coisas. Esse é sempre o objetivo do projeto. Eu não estou dizendo que nós sempre conseguimos. Mas o foco é sempre tentar fazer algo que esperamos que seja diferente, que vai ter algum tipo de assinatura de som para ele, sendo que Russell, eu e os membros da banda temos uma certa química, isso não é fácil depois de 30 anos."A banda vem ao festival lançar o seu novo CD e comemorar os 30 anos de carreira, que marca o retorno do baterista Will Kennedy após 12 anos, segundo eles o local perfeito para comemorar- Lugar exuberante com mar, sol e 20.000 pessoas assistindo, não poderia ser melhor.

NICHOLAS PAYTON SEXXXTET

Nicholas Payton é a personificação de todos os trompetistas que vieram antes dele, abrindo caminho para todos os que se seguem. Aclamado como um virtuoso antes mesmo de estar fora da escola, seu amadurecimento como um prodigioso talento valeu-lhe elogios como um dos artistas mais importantes do nosso tempo. Em 1994, Nicholas Payton fez sua primeira gravação como líder com From This Moment (Verve), onde foi imediatamente reconhecido como um "leão". Desde então, Payton tem consistentemente desenvolvido uma voz distinta além das etiquetas rígidas que fãs e críticos têm procurado colocar nele. Excursionou com dezenas de músicos como Clark Terry, Marcus Roberts, Ray Brown, Elvin Jones e Roy Haynes e muitos mais. Ele também já tocou e gravou com diversos músicos que representam uma grande variedade de gêneros musicais, do jazz, R & B e hip-hop e é creditado em bem mais de 120 gravações como compositor, arranjador convidado especial ou sideman.

Como líder, gravou oito álbuns em seu próprio nome, incluindo Doc Cheatham e Nicholas Payton recebeu um GRAMMY em 1997 com a colaboração com o lendário trompetista. Nicholas concluiu recentemente o seu nono registro como líder, um arrojado solo autobiográfico intitulado "Bitches", onde tocou cada instrumento, compôs todas as músicas, escreveu todas as letras, produziu cada faixa e canta e toca trompete por toda parte. Ele é acompanhado pelos vocalistas convidados como Cassandra Wilson, Esperanza Spalding, N'Dambi, entre outros.

Nicholas Payton é um músico genial, além de ser um talentoso compositor e produtor, escritor hábil, astuto e às vezes provocador social, tudo isso e muito mais. Seu ofício e arte desafiam todas as restrições e por isso Nicholas é alicerçado em mais do que apenas tradições.

JANE MONHEIT

Jane Monheit lançou seu álbum de estréia "Never Never Land"(2000), permanecendo na parada de jazz da Billboard por mais de um ano, eleita a melhor estréia em disco pelos membros da Jazz Journalists Association. Se seguiu "Come Dream With Me" que estreou no topo das paradas de jazz da Billboard e "In The Sun"(2003) ganhou a indicação ao Grammy de Vince Mendoza "Melhor Arranjo Instrumental de acompanhamento vocal".

Com essa bela carreira discográfica, o New York Times, exclamou: "A pura clareza de sua voz é um recurso extraordinário". Jane continua a viajar e se apresentar para platéias lotadas em todo o mundo. A Time Magazine disse sobre Monheit, "Jane Monheit não pode perder. Ela tem, em uma palavra, tudo." A cantora vêm a Rio das ostras celebrar uma data especial o décimo aniversário da sua carreira musical notável com seu álbum mais maduro e sincero, que representa um retorno apaixonado às suas raízes como artista de jazz. Seu filho nasceu no meio da gravação de seu álbum anterior.

Uma vocalista de jazz extraordinariamente talentosa cujas interpretações sinceras e românticas de canções excepcionais, fez dela a favorita nos mundos do jazz e do cabaret, Monheit tem recebido inúmeros elogios na última década. O making de "Home" foi um momento decisivo na carreira de Monheit por diferentes razões. Ela se torna uma artista completa, como única produtora do álbum e capaz de fazer vocais que mostram uma profunda maturidade, refletindo sua experiência de vida como mulher e mãe.

TOMMY CASTRO

Banda do Ano
BB King Entertainer of the Year
Artista Contemporâneo de Blues do Ano
Álbum de Blues Contemporâneo do Ano

Esses foram os 4 prêmios recebidos no Blues Music Awards em Memphis pelo maior artista de blues contemporâneo da atualidade, o guitarrista e cantor Tommy Castro. Além disso, foi escolhido o melhor álbum de blues no Living Blues Awards, a premiação da mais tradicional e antiga publicação de blues do mundo, a Living Blues Magazine.

Grande cantor, excelente guitarrista e um dos melhores entertainers do mercado são só algumas credenciais de Tommy Castro, que ainda conta com a melhor banda de blues da atualidade. Presença obrigatória nos melhores festivais de blues do mundo, Tommy já lançou 9 CDs e 2 DVDs em sua carreira, tornando-se uma referência no blues mundial. Tommy Castro está atualmente na capa da Blues Revue, a maior revista do gênero na atualidade.

JOSÉ JAMES

Desde sua chegada na cena internacional em 2008, o vocalista José James tem consistentemente deslumbrado os críticos e público com sua hábil combinação de soul, hip-hop e jazz. Nascido em Minneapolis, James usa seus mentores musicais John Coltrane, Marvin Gaye e Billie Holiday, como bússolas para que ele continue com sucesso a borrar as linhas entre géneros musicais. Abençoado com uma rica voz quente de barítono, reminiscente de artistas como Terry Callier, Jon Lucien, e Gil-Scott Heron, José tem excursionado internacionalmente em locais como o North Sea Jazz Festival, Montreal Jazz Festival e Blue Note-Tokyo, entre outros.

ROBERTO FONSECA

Considerado como um dos maiores talentos da nova geração de Cuba, o pianista, arranjador, produtor e grande compositor é o descendente direto da linhagem de grandes nomes como Bola de Nieve, Bebo Valdés, Chucho Valdés e Gonzalo Rubalcaba. Apontado como o sucessor de Rubén González, falar de Roberto Fonseca é falar sobre a riqueza da música cubana e suas vertentes. O jazz é sua maior base de inspiração, mas também é fã de hip hop, drum‘n’bass, funk, boleros, tangos, música africana, brasileira e da música tradicional cubana.

A música que Roberto Fonseca faz é de uma beleza sublime, impossível definir de outra maneira. Enquanto está no palco, Roberto quase sempre tem os olhos fechados, e é dessa maneira que expõe o que acontece enquanto suas mãos tocam o piano: Roberto enxerga e exibe sua própria alma, e talvez em uma decorrente realidade surreal, enxergue os segredos mais íntimos de nossas almas também.

THE SASKIA LAROO BAND

Apontada pelo público americano e pela imprensa como "Senhora Miles da Europa", é uma das poucas mulheres estilistas do trompete atuando por mais de três décadas. Nascida em 31 de julho de 1959 em Amsterdã, começou no trompete aos 8 anos, mas nunca sonhou em se tornar uma musicista profissional. Isso tudo mudou quando Saskia completou 18 anos. Depois de se formar em matemática na Universidade de Amsterdã, transferiu sua atenção para uma carreira na música. A partir daí trabalhou bastante em diferentes grupos, na maior parte como baixista acústica, embora eventualmente em ambos como baixista e trompetista. Depois o trompete tornou-se seu principal instrumento. Saskia Laroo define sua música como "nu jazz" ou "Swingin 'body-music, uma animada mistura de hip-hop, jazz, salsa, funk, reggae, que muitos outros artistas não ousam em fazer. Sua arte e groove, vibrante e livre, podem ser ouvidos nos seus cinco discos, com belas execuções vindas da alma e do coração.

BRYAN LEE

“... um dos melhores bluesman que já ouvi..." - Eric Clapton.
Não precisa falar mais nada. Lee perdeu completamente a visão aos oito anos de idade. Seu interesse no blues e no rock foi na década de 50, ouvindo as transmissões de rádio AM de Nashville, encontrando pela primeira vez os sons de Elmore James, Albert King e Albert Collins. Ao final da adolescência, Lee estava tocando guitarra em uma banda com covers de Elvis Presley, Little Richard e Chuck Berry. Na década de 60, Lee voltou-se para o blues de Chicago e logo se viu imerso nessa cena, abrindo shows de alguns dos seus heróis de infância. Em 1979 lançou seu primeiro álbum chamado "Beauty Isn't Always Visual".

Em janeiro de 1982, Lee se mudou para New Orleans, onde é presença constante no Old Absinthe House na Bourbon Street, tornando-se um dos favoritos do French Quartier. Nos últimos 14 anos, Lee desenvolveu uma reputação sólida no rico cenário de New Orleans como um dos principais shows da cidade, saindo em tour várias vezes por ano nos EUA e Europa. Lee apareceu com Kenny Wayne Shepherd como convidado musical no programa Tonight Show com Jay Leno, depois de gravar em seu álbum que está agora indicado ao GRAMMY de melhor álbum de blues.

AZYMUTH E LÉO GANDELMAN

Um encontro inusitado de dois ícones da música instrumental brasileira: Léo Gandelman e Azymuth. Em 2011, dois dos mais importantes e atuantes artistas do cenário instrumental se reúnem em uma tour especial para mostrar ao público brasileiro o swing, o vigor e a beleza de suas obras. Léo Gandelman é hoje um artista consagrado internacionalmente que divide o seu trabalho entre a música instrumental brasileira e a música clássica, já tendo se apresentado nos mais diversos palcos do Brasil e do mundo. O grupo Azymuth é uma marca registrada na música instrumental brasileira, sendo um de nossos maiores representantes no exterior. Já participou dos maiores festivais de jazz do mundo e tem hoje um público cativo na Europa, nos Estados Unidos e no Japão. No palco está o encontro do melhor desses dois universos tão vastos e ricos, trazendo músicas consagradas nas respectivas carreiras e temas preparados especialmente para essa reunião de talentosos criadores e inovadores da música brasileira.

RICARDO SILVEIRA

Ricardo Silveira é um músico brasileiro com carreira internacional. Nascido no Rio de Janeiro, sempre soube apreciar boa música e transita com facilidade pelos diversos idiomas musicais. Assistiu a um show de Victor Assis Brasil, com Márcio Montarroyos, que o incentivou a fazer a Berklee College of Music. Após o curso, voltou ao Brasil, tocando com Márcio Montarroyos e sendo convidado para integrar o grupo do flautista Herbie Mann. Já morando em Nova York, começou também a trabalhar em estúdio com grandes músicos como Steve Gadd, Richard Tee, Marcus Miller, Michael Brecker, Jason Miles, Naná Vasconcelos e L. Shankar. Ricardo manteve o contato com a música brasileira, trabalhando com Elis Regina, Hermeto Paschoal, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Milton Nascimento, João Bosco, Ivan Lins, Nana Caymmi e Ney Matogrosso.

Ricardo começou a desenvolver seus projetos solos com seu primeiro disco “Bom de tocar” de 84. Nos Estados Unidos, além de excursionar com Herbie Mann tocou com nomes como Sérgio Mendes, Don Grusin, Dave Grusin, Oscar Castro Neves, Toots Tiellemans, Ronnie Foster, Harvey Mason, Paty Austin, David Sanborn, Pat Metheny, Phil Perry, Earnie Watts, Abe Laboriel, Matt Bianco, Sadao Watanabe e Dom Grusin, entre outros. Ricardo participou do CD “Randy in Brazil” do trompetista Randy Brecker, que ganhou o Grammy em 2009 como Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo. Assinou a direção musical do mais novo trabalho do cantor e compositor João Bosco “Não vou pro céu, mas já não vivo no chão”, que em 2010 foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira e ao Grammy Latino na categoria Melhor álbum de MPB. Hoje, passados 26 anos do lançamento de “Bom de tocar”, Ricardo Silveira lança seu mais novo CD “Até amanhã”. Álbum em que Ricardo reúne suas mais conhecidas canções agora com novos arranjos.

NUNO MINDELIS

Na sequência de concorridas apresentações de lançamento do seu mais novo album, Free Blues, no qual imprimiu uma leitura contemporânea a temas que o impactaram muito ainda criança, Nuno apresentará um show variado e eletrizante. Nesse sentido, clássicos do blues, como Messing With the Kid, de Junior Wells, Rock me Baby, de BB KIng, Rocking Daddy de Howling Wolf e outros, passam a ser revestidos de sonoridades mais contemporâneas, seja pelo uso concomitante da bateria tradicional com eletrônica e samples, seja pelo flerte com rítmicas rap, lounge e outros. O resultado é um blues moderno, radiofônico. O show contempla também o blues e o rock tradicionais, num mix bem balanceado. Temas de albuns anteriores acontecerão, e às vezes alguns clássicos, dependendo da empolgação que o Nuno encontra pela frente a cada apresentação. Qualquer que seja o tema, contudo, pode-se contar com a sua guitar- ra madura e premiada do começo ao fim, acompanhada por uma banda objetiva e vigorosa, o que invariavelmente leva a galera ao delírio.

ABERTURA

ORQUESTRA KUARUP

A Orquestra Kuarup de Rio das Ostras é um projeto da Fundação Rio das Ostras de Cultura. Regida pelo maestro Nando Carneiro a orquestra é formada por 25 músicos, alunos e ex-alunos do Centro de Formação Artística da Fundação Rio das Ostras de Cultura. A Orquestra Kuarup Cordas & Sopros foi uma das primeiras manifestações artísticas da cidade ensaiando em praça pública, com instruatravés das novas gerações.

Com dois CDs gravados, a orquestra tem em sua trajetória apresentações na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro; no Teatro Trianon, em Campos dos Goytacazes. Em 2004 esteve na Alemanha para um intercâmbio com a escola de música Musikchule de Tübingen. No ano seguinte, a escola de música alemã veio a Rio das Ostras. Juntas tocaram na Sala Cecília Meireles.

PELAS RUAS E PALCOS DO RIO DAS OSTRAS JAZZ & BLUES

ORLEANS STREET JAZZ BAND

Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, além dos shows nos palcos de Costazul, Tartaruga e Lagoa de Iriry, traz a Orleans street Jazz Band. O grupo se apresenta no formato “street band”, percorrendo os principais pontos e palcos da cidade. As intervenções, que reúnem emoção, alegria e principalmente boa música, priorizam standards do jazz de New Orleans, resgatando uma tradição do sul dos Estados Unidos.

A participação do público é essencial à vida da Orleans Street, já que a principal característica da banda é circular constantemente pelo evento. Embora o grupo enfatize os instrumentos de sopro, o líder da banda tem à sua frente um “wash board”, de onde arranca uma marcação rítmica e explosiva.

Formada por músicos que viajam pelos melhores temas do jazz em altíssima vibração, a Orleans Street Jazz Band conseguiu se manter nos últimos três anos no “cast” do Bourbon Street, pela sua alta qualidade, e abriu shows de grandes nomes como B.B. King e Ray Charles.


COMO COMEÇOU

O Rio das Ostras Jazz & Blues acontece desde 2003. Realizado pela Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio da Prefeitura de Rio das Ostras, com produção de Stenio Mattos (Azul Produções), apresentou ao longo de suas seis edições músicos como John Mayall & The Bluesbreakers, Stanley Jordan, Jane Monheit, Will Calhoun's, John Scofield, Mike Stern, Richard Bona, James “Blood” Ulmer, Vernon Reid, James Carter, T.S. Monk, Robben Ford, Ravi Coltrane, Roy Rogers, Stefon Harris, Ron Carter, Spyro Gyra, John Hammond, The Bad Plus, The Rudder, Coco Montoya, Dom Salvador, Luciana Souza, Yamandú Costa, Romero Lubambo, Naná Vasconcellos, Sérgio Dias, Hamilton de Holanda, Celso Blues Boy, Léo Gandelman e Egberto Gismonti entre outros importantes artistas nacionais e internacionais.

Sua marca registrada é a mistura de estilos e tendências musicais, formando um painel do que há de mais importante no cenário do blues e do jazz no Brasil e no exterior. Em 2010, o festival reuniu na Cidade do Jazz e do Blues um público de aproximadamente 100 mil pessoas durante os cinco dias de evento. Para 2011, a expectativa é de 25 mil pessoas por dia.

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