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3 de junho de 2012

Rio das Ostras Jazz & Blues 2012

Festival reúne o melhor do jazz e do blues nacional e internacional


Informação atualizada: 'Pousadas que ainda dispõem de algumas vagas para o festival'

Apontado pelos críticos como um dos melhores festivais do gênero no país, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega à sua décima edição. De 06 a 10 de junho de 2012, uma seleção dos melhores instrumentistas e intérpretes da atualidade se apresentará em quatro palcos montados ao ar livre.

O festival, realizado pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, com produção da Azul Produções, entrou para o calendário oficial de eventos da Secretaria de Estado de Turismo, devido a sua importância.O Festival é patrocinado pela Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro (somando forças) e da V&M do Brasil.

Este ano o quarto palco na Praça São Pedro se consolida como o espaço dos novos talentos do jazz e do blues nacional. Serão cinco dias de Festival, 29 shows gratuitos, e mais de 60 horas de boa música, com apresentações às 11h15 (Praça de São Pedro), 14h15 (Lagoa do Iriry), 17h15 (Tartaruga) e 20h (Costazul).

Os melhores músicos do mundo estarão no melhor Festival do Brasil.


Atrações:


David Sanborn


Um dos saxofonistas mais bem sucedidos comercialmente desde os anos 80, David Sanborn lançou 24 álbuns, ganhou 6 prêmios Grammy, e teve 8 álbuns de ouro e 1 disco de platina. Tendo inspirado inúmeros outros músicos, Dave trabalhou em vários gêneros que normalmente misturam pop instrumental, R&B e ultimamente, mais e mais jazz tradicional. Ele lançou seu primeiro álbum solo Taking Off em 75, mas tem tocado saxofone desde antes do colégio.

Depois de ter contraído poliomelite aos 3 anos de idade, Dave foi apresentado para o saxofone como parte de sua terapia de tratamento. Aos 14 anos, foi capaz de tocar com lendas como Albert King e Little Milton. Depois de viajar para a Califórnia aconselhado por um amigo, se juntou a Butterfield Blues Band e tocou em Woodstock com Paul Butterfield. Através dos anos, Dave trabalhou com Stevie Wonder, Rolling Stones, David Bowie, Gil Evans, Paul Simon, James Taylor e Eric Clapton, entre outros.

Ele continua a ser um dos músicos mais influentes de seu gênero, com mais de 150 shows por ano. Considerado como um modelo, Dave é um artista que ultrapassa os limites e continua a fazer música que desafia a mente e vai direto ao coração.




Billy Cobham Band



Desde sua descoberta no início dos anos 1970 como um membro fundador da famosa Mahavishnu Orchestra, o baterista / líder cujas gravações e estilo vigoroso e complexo exercem uma forte influência sobre o jazz e jazz- rock, manteve-se um incansável explorador musical. É um dos maiores e mais influentes bateristas do mundo. Ex-integrante da banda do Miles Davis, foi um dos primeiros músicos a misturar o jazz com o rock.

Panamenho, criado em NYC e residente há 25 anos em Zurich, Cobham já trabalhou e gravou com alguns dos principais músicos do mundo. Com mais de 35 discos gravados como líder e mais de 200 participações em outros cds dos mais diversos artistas; além das atividades como gravações, produções e workshops, ele tem viajado o mundo com o seu trabalho solo com a BILLY COBHAM band, formada por músicos de diferentes países da Europa.




Mike Stern e Romero Lubambo



Um encontro de 2 dos maiores guitarristas do mundo ! Quando 2 músicos dessa magnitude, dividem o mesmo palco, as possibilidades são infindáveis. Mike Stern e Romero Lubambo têm um incrível entrosamento onde focam sua rara sensibilidade na direção da música, que vai direto ao coração dos ouvintes. Nesse encontro, os 2 extraordinários guitarristas, mostram também o quanto têm em comum especialmente no que se refere a fluência em vários estilos musicais: jazz, rock, blues, funk...





Roy Rogers & The Delta Rhythm Kings



Roy Rogers é considerado um dos melhores guitarristas de slide tocando hoje. Com 8 indicações ao Grammy como produtor e intérprete, ele é também um produtor internacionalmente aclamado, tendo produzido gravações para John Lee Hooker e Ramblin 'Jack Elliott. Ele recebeu várias homenagens por suas composições (indicação ao Grammy de "Canção para Jessica", indicação ao Grammy de Bonnie Raitt para Melhor Vocal de Rock Feminino em 'Gnawin' On It, que ele co-escreveu), bem como o seu trabalho em trilhas sonoras de filmes e televisão.

Seu mais recente lançamento, Split Decision (2009), é a sua primeira gravação em estúdio com sua banda, The Delta Rhythm Kings. Em maio de 2011, Roy lançou ‘Translucent Blues’ ' com o tecladista do The Doors, Ray Manzarek, que estreou em # 6 na Billboard, e alcançou a posição # 1 na American Roots Rock Chart neste verão. Como um artista, bem como um produtor e compositor, Rogers gravou não só por conta própria para a aclamação da crítica, mas com outros, incluindo Carlos Santana, Bonnie Raitt, Linda Ronstadt, Norton Buffalo, Steve Miller, Sammy Hagar, Ray Manzarek e muitos outros. Sempre eclético na abordagem, Roy Rogers está constantemente esticando os limites da guitarra slide.




Kenny Barron



A capacidade inigualável de Kenny Barron de hipnotizar o público com seu jeito elegante de tocar, melodias sensíveis e ritmos infecciosos é o que inspirou o Los Angeles Times a nomeá-lo "um dos pianistas de jazz tops no mundo". Kenny nasceu em 1943 e ainda adolescente, começou a a tocar profissionalmente com a orquestra de Mel Melvin. Trabalhou com o baterista Philly Joe Jones, Roy Haynes, Dizzy Gillespie, Freddie Hubbard, Stanley Turrentine, Milt Jackson, Buddy Rich, Ron Carter e Stan Getz. Foi na banda de Dizzy que Kenny desenvolveu uma apreciação pelos ritmos latinos e caribenhos.

Suas gravações próprias para a Verve já lhe renderam 9 indicações ao Grammy. Seu CD, "Canta Brasil" (Universal França), ligou Barron com o Trio da Paz em um festival de jazz brasileiro original. Barron consistentemente ganha os críticos de jazz e as votações, incluindo Downbeat, Jazz Times e revistas Jazziz. Em 2005 foi introduzido no American Jazz Hall of Fame ganhou um MAC Lifetime Achievement Award, além de receber 6 vezes o prêmio de melhor pianista pela Jazz Journalists Association. Se ele está tocando solo, com trio ou quinteto, Kenny Barron é reconhecido em todo o mundo como um mestre da performance e composição.




Maurício Einhorn & Grupo



Esse carioca nascido na Lapa em 1932 e criado no Flamengo, praticamente trocou as fraldas pela gaita. Desde cedo começou a conviver com a harmônica de boca, pois aos cinco anos ganhou uma de seus pais, que também tocavam o instrumento, em casa, executando repertório de valsas vienenses, em especial as de Johann Strauss. Tocando desde os seus cinco anos, considera-se um músico de ouvido. Iniciou-se profissionalmente como músico em 1947, no programa das Gaitas Hering, da Rádio Tupi. Antes disso, aos treze anos de idade, já se apresentava em programas da Rádio Nacional.

Realizou, em 1949, sua primeira participação profissional em estúdio, com o conjunto de harmônicas Brazilian Rascals, como solista do tema "Portate Bien". Em 1972, a convite de Sérgio Mendes, mudou-se para os Estados Unidos, onde apresentou-se com os jazzistas Jim Hall, Ron Carter, Toots Thielemans, Nina Simone e David Sanborn. De volta ao Brasil, formou um duo com o violonista Sebastião Tapajós e um trio com Arismar do Espírito Santo e Hélio Delmiro, e esteve, em shows e gravações, ao lado de Johnny Alf, Leny Andrade, Paulo Moura, Chico Buarque, Baden Powell, Elizeth Cardoso, Tom Jobim, João Donato e Eumir Deodato. Só em 1975, grava seu primeiro disco solo, "The Oscar Winners".

Teve participação marcante na Bossa Nova e só não atuou no famoso concerto da Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York, porque coincidiu com a data do seu casamento.
O primeiro número apresentado por Sérgio Mendes e seu sexteto, no referido concerto, foi justamente “Batida Diferente”, de Maurício Einhorn e Durval Ferreira. Mauricio Einhorn é considerado como patrimônio da cultura musical brasileira.

Participação especial de Kiko Continentino.

Direção e produção de Danilo Bossanova.





Michael Hill Blues Mob



Michael Hill é reconhecido como um dos "mais talentosos compositores e guitarristas do modern blues " (Living Blues Magazine). Nascido em NYC e criado no sul do Bronx, desde muito novo de Michael teve contato com a música de Harry Belafonte, Jackie Wilson, Johnny Ace, Elvis Presley e muitos outros da coleção de discos do seu pai. Sua mãe e a avó também cantavam e tocavam piano em casa, e Michael teve algumas aulas de piano aos sete anos e cantou na escola e no coral da igreja. Começar a ouvir Jimi Hendrix mudou sua vida, inspirando o seu amor da guitarra elétrica..

Michael aprendeu muito com seus heróis, em especial a importância da originalidade. Com mais de 10 aclamados álbuns como bandleader, e dezenas de participações em álbuns de outros artistas, Michael Hill e seu Blues Mob seguem com shows por todo o mundo com sua música de muita energia que mistura o antigo ao novo criando assim o, New York Style blues. Canto vigoroso, guitarra deslumbrante são a mistura envolvente que deixam o público se sentindo bem, o tempo todo. O Blues Mob é: Michael Hill (voz, guitarra) Peter Cummings (baixo e vocais) Bill Mc Clellan (bateria e vocais) David Barnes (gaita)




Duke Robillard



Duke Robillard é um dos membros fundadores da Roomful of Blues, bem como um dos guitarristas que substituíram Jimmie Vaughan nos Fabulous Thunderbirds, em 1990. Entre esse tempo, Robillard seguiu uma carreira solo mergulhando no blues, rockabilly, jazz, rock & roll, criando uma fusão única de música de raiz americanas. Em 1967, Duke Robillard formou o Roomful of Blues, liderando a banda através de várias mudanças de formação antes de ele decidir que estava cansado do grupo. Robillard se ligou ao selo Stony Plain em 2002, e começou uma corrida constante de lançamentos para a marca, incluindo um dueto com o guitarrista de jazz Herb Ellis em Guitar Swing (2003). Em seu último lançamento, voltou para suas primeiras influências de R&B para 2009 em Stomp! The Blues Tonight. Seu próximo álbum para Stony Plain, Passport to the Blues, o vê voltando para o blues em toda a sua glória.




Big Time Orchestra



Principal banda curitibana em atividade, com mais de 400 shows no currículo, a Big Time Orchestra tem sido destaque nos principais festivais internacionais e nacionais e programas da TV brasileira. Com a canção Clotilde, em 2010, a Big Time Orchestra estreou com um videoclipe na MTV, gravado nos Estados Unidos nas cidades de Las Vegas e Los Angeles, traduzindo o perfil do grupo com coreografias, movimentos, irreverência e descontração dos 12 integrantes.

Há pouco mais de dois anos, o grupo lançou seu primeiro CD e DVD “Ao Vivo no Bourbon Street” que teve repercussão internacional, com mais de 15 mil cópias vendidas, além de shows efetuados em países da América Latina, além de Japão e Estados Unidos. A Big Time Orchestra tem um repertório de canções autorais, parcerias com compositores e versões criativas de músicas de sucesso de artistas, como Beach Boys, Elvis Presley, Ray Charles, Creedence Clearwater Revival, Rolling Stones, Ultrage a Rigor, Raul Seixas, Jorge Ben Jor, Tim Maia, Chuck Berry, entre outros.




Celso Blues Boy



Não são muitos os artistas que podem se gabar de ter criado uma linguagem musical. Robert Johnson, Frank Sinatra, Chuck Berry, Elvis, Hendrix, Marvin Gaye, Miles Davis, os Beatles, Kraftwerk, Black Sabbath, Ramones, o Faith No More - a lista não avança muito a partir daí. Nesse seleto grupo de excepcionais, Celso Blues Boy arruma uma vaguinha por ter dado um sotaque brasileiro ao blues, um gênero americano (ou africano, em suas raízes mais profundas) por excelência, e com ele feito sucesso avassalador ao ponto de ser, ao mesmo tempo, lenda, ídolo e referência, ainda mais quando o papo recai sobre aquele instrumento de seis cordas chamado guitarra.

A revista Backstage colocou Celso entre os 20 maiores guitarristas da história; BB King, expressão máxima do blues, o reverenciou ao dividir palcos e estúdio com ele e o convidar para fazer carreira nos EUA; tocou no célebre Festival de Montreaux, na Suíça; The Commitments, a banda do filme cult de Alan Parker, chamou Blues Boy para se integrar a ela (e ele gentilmente recusou). Fato é que Celso vem fazendo história desde a metade dos anos 70. Com apenas 17 anos integrou o grupo de Raul Seixas, depois acompanhando Renato e Seus Blue Caps, Sá & Guarabira e Luiz Melodia, e participou das bandas Legião Estrangeira e Aero Blues, considerado o primeiro grupo de blues do Brasil. Sua estréia solo, em 1984, com "Som na Guitarra", é um clássico absoluto, não só pelos hits que contém ("Aumenta que isso aí é rock'n'roll", "Blues Motel"), mas por espalhar aos quatro cantos do país a notícia de que havia bom blues sendo feito no Brasil.




Cama de gato



Com seis CDs na bagagem, o grupo instrumental Cama de Gato foi fundado em 1985 pelos músicos Pascoal Meirelles (bateria) e Mauro Senise (sax e flauta). Até 1994, lançou três CDs, sendo que o primeiro vendeu mais de 75 mil cópias, um feito para a música instrumental brasileira. A partir de 94, Jota Moraes assume os teclados e introduz o vibrafone em algumas faixas, o que dá ao som do grupo uma cor especial. Neste mesmo ano, Mingo Araújo se junta ao Cama de Gato, acrescentando sua percussão cheia de brasilidade. Mais dois CDs são lançados: “Dança da Lua” e “Amendoim torrado”. Em 2003, foi lançado o novo disco, “Água de chuva”. Uma das marcas registradas do grupo é trabalhar com composições dos próprios músicos. “Não é uma atitude exclusivista. É que gostamos de tocar nossas músicas. Não tocamos material alienígena”, brinca Pascoal Meireles.

O Cama de Gato faz turnês pela Europa e pelo Brasil, já tendo se apresentado no famoso Town Hall em Nova York. Também fez três apresentações memoráveis no Free Jazz, no festival de jazz de Aruba, no Caribe, no Malta Jazz Festival, na ilha de Malta e no Jazz at Juan, em Juan les Pins, na França. Outra atividade paralela do Cama de Gato são os workshops. Em cada cidade, uma legião de músicos locais e de estudantes procura o grupo a fim de conhecer o processo de criação e os métodos musicais usados pelo grupo. Em 2004, o grupo fez turnê pela América Latina, obtendo imenso sucesso de público e de crítica. Em Quito, no Equador, lotou o Teatro Nacional, o principal da cidade, com capacidade para 2.500 pessoas. Em 2005, foram aclamados em dois festivais internacionais: o da ilha de Malta e o de Juan les Pins, na França. O Cama de Gato é formado por Jota Moraes (teclados), Mauro Senise (sax e flauta), Pascoal Meirelles (bateria), André Neiva (baixo) e Mingo Araújo (percussão).





Hélio Delmiro



Hélio Delmiro de Souza seguiu o caminho da música influenciado por seus irmãos Juca e Carlos. Com o primeiro aprendeu a tocar cavaquinho ainda criança e, com o segundo, criou o gosto pelo piano e violão. Na adolescência optou por ser violonista. Em 1965 formou sua primeira banda, Fórmula 7, composto por Claudio Caribé, Márcio Montarroyos e Luizão. o Grupo apresentava-se em bailes da zona norte do Rio, animando festinhas. Mas nas horas vagas tocavam sons que puxavam mais pro jazz, ritmo pelo qual Hélio seria reconhecido mundialmente. Ainda na década de 60 participou de shows dos cantores Elza Soares, Elizete, Miltinho, entre outros. Gravou discos e participou da tunê norte-americana de Elis Regina e Tom Jobim.

Nos anos 70 produziu os álbuns de Clara Nunes e João Nogueira. Na década seguinte gravou os discos Emotiva (1980), Samambaia (1981), ao lado de César Camargo Mariano, e Chama (1984). Em 1991 lançou o CD Romã - Hélio Delmiro in Concert. Seu mais recente trabalho de estúdio, Compassos, chegou às lojas em 2004, com destaque para a faixa-título e Esperando.





Armand Sabal – Lecco



O sensacional baixista africano nasceu em Ebolowa (Camarões) como o mais jovem membro de uma família de 10 irmãos e tevecomo sua primeira inspiração musical seus irmãos mais velhos Roger e Felix. Ambos contribuiram bastante não só para o seu crescimento musical, como também para a história musical do seu país. Ainda adolescente, Armand começou a se destacar em meados da década de 1980 em Paris, como parte de uma nova geração de jovens músicos africanos cuja contribuição artística redefiniu o som da música no mundo. Desde então, esse especialista em criar pontes musicais entre culturas tornou-se um dos maiores baixistas do mundo, e um dos mais incríveis baixistas que usam a técnica do “slap”.

Compositor, baixista, cantor e produtor, Armand estará lançando no Brasil seu novo cd “POSITIVE ARMY”. Seus créditos podem ser vistos em cds de artistas como Ray Charles, Sting, Seal, Brecker Brothers, John Patitucci, Stanley Clarke, Alejandro Sanz...entre outros.




Big Band 190



A Big Band 190 é uma das formações musicais existentes na Companhia Independente de Músicos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Além de motivar e elevar o ânimo da tropa, leva aos mais diversos públicos uma música diferenciada de qualidade e alto nível. Foi criada em 1996 pelo então Comandante da Cia de Músicos, CAP PM MUS Cláudio Pereira da Silva, quando se apresentou pela primeira vez no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde então, tem se apresentado em vários lugares, sendo aplaudida pelas mais variadas plateias. Em 2011 participou do programa Caldeirão do Huck da Rede Globo, do Festival de Presépios, Teatro Nelson Rodrigues (Caixa Cultural) e no Teatro Municipal de Cabo Frio. A Big Band 190 é uma das mais eficazes ferramentas da Coordenadoria de Comunicação Social da Corporação, que é responsável pelo estreitamento do relacionamento entre a população e a Corporação, criando um vínculo de respeito e elevando o bom nome da PMERJ no seio da sociedade fluminense.




Plataforma C



Formado em meados de 2005, hoje composto pelos músicos André Bessa (sax e flauta), Augusto Rennó (guitarra), Fernando Nugas (teclados), José Carlos (baixo elétrico) e Wallace Campos (bateria), o grupo “Plataforma C - Instrumental” vem conquistando reconhecimento no cenário musical. Com um seleto e requintado repertório, o grupo passeia desde a nata da MPB aos mais clássicos standards de Jazz, como por exemplo, Garota de Ipanema, Wave, Cantaloup Island, Cinema Paradiso, entre outros.




Orleans Street Jazz Band



Interação com o público é a grande tônica dessa contagiante street band (banda de formação acústica itinerante) de jazz tradicional e Dixieland. Em palcos ou em eventos de rua, é pura descontração e diversão. A banda tem um repertório amplo, dos mais tranqüilos aos mais animados, deixando um ambiente agradável com a qualidade musical e talento dos músicos que compõe a banda. A frente da Dixeland, temos Edu Mark que já fez parte do cast dos mais prestigiados festivais de jazz & blues do país, além de ter se apresentado nos melhores clubs de jazz do Brasil.



Big Bat Blues Band



Este é o ano. Em 2012 a Big Bat Blues Band lança seu 2º album Haze Hot Blues, em Rio das Ostras e mostra seu vigoroso blues tradicional recheado de swing e uma pegada para fazer dançar. Com inúmeras referências que vão de Chicago à crueza do norte do Mississippi a Big Bat mostrará sua descontração num palco charmoso com uma concha acústica que deixa tudo ainda mais vibrante.

Este novo album percorre uma trajetória de quase 20 anos de blues band. E esta dedicação vem acompanhada de vitalidade e com interpretações únicas, composições próprias e um novo jeito de mostrar velhos clássicos.

Reforçando o quinteto da Big Bat com sua harmônica, está um convidado de peso, consagrado tanto em solo brasileiro quanto no cenário internacional - Jefferson Gonçalves. Novas propostas e diferentes estilos, mas todos voltados e enraizados no bom e velho blues. Seja com referências afro ou com um jeito mais melódico de New Orleans este novo projeto vem com tudo para agradar tanto aos novos ouvintes do gênero quanto aos mais tradicionais e puristas.





Artur Menezes



Artur Menezes desponta no cenário do blues como um dos melhores músicos de sua geração
Aos 26 anos de idade e mais de dez de carreira, Artur Menezes não só toca guitarra, mas compõe e interpreta de uma forma tão peculiar que impressiona até os grandes mestres. Em recente passagem por Chicago, onde ficou durante os meses de junho e julho de 2011, o músico fez com que ninguém menos do que Buddy Guy subisse ao palco por livre e espontânea vontade para tocar ao seu lado, no Buddy Guy's Legends. No show de Jimi Burns, na mesma casa, onde faria apenas uma participação na jam session, foi mantido no palco durante todo o show. O mesmo aconteceu no B.L.U.E.S, com Carlos Johnson e Big Time Sarah, com quem já havia tocado no importante Teatro José de Alencar, em Fortaleza, CE, no ano de 2008.

O interesse pela música começou por influência da mãe - a cantora de MPB Lúcia Menezes -, e do irmão, fã de rock’n’roll. Passou a infância ouvindo de Jimi Hendrix ao rei do baião Luiz Gonzaga, mas foi pelo blues de Albert Collins, Albert King, B.B. King, Stevie Ray Vaughan, Buddy Guy e Johnny Winter, além do funk de James Brown, que se apaixonou, antes mesmo de iniciar o curso de música na Universidade Estadual do Ceará (UECE), sua terra natal.




Gabriel Leite



Um dos mais talentosos multi-instrumentistas da nova geração, Gabriel Leite, acaba de lançar o DVD “O MELHOR VAI COMEÇAR”, no qual o músico desenvolve o projeto de resgatar e valorizar a obra de grandes artistas nacionais, criando um novo conceito para a música instrumental genuinamente brasileira.





Fabiano de Castro



O pianista Fabiano de Castro iniciou-se na música aos 11 anos, no Conservatório Estadual de Juiz de Fora (MG) e depois, no CIGAM (Curso Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical) no Rio de Janeiro (RJ). Em Juiz de Fora trabalhou com Dudu Lima, Joãozinho da Percussão, Hélio Quirino, Big Charles entre outros. Criou o Trio Pró-Música de Jazz, com o qual gravou um CD ao vivo no Pró Jazz Festival, em 1999. No mesmo ano fundou o Grupo Scala de Jazz.
Em agosto de 2000, mudou-se para Nova York. Estudou no Harbor Conservatory, no Harlen, com Robert Blumental e participou de uma série de workshops na School for Improvisational Music (SIM) com Ravi Coltrane, Steve Colleman, Vijay Ieyr, Uri Caine, Ralph Alessis, entre outros.
Em 2002 mudou-se para São Paulo, mais precisamente para o Morro do Querosene-Butantã. Lá participa de diversos projetos da comunidade (como o projeto Treme-Terra), ao lado de artistas como Dinho Nascimento, Aluá Nascimento, Tiao Carvalho e Oswaldinho da Cuíca Tocou na Orquestra Olho D`àgua, de música contemporânea brasileira, liderada pelo baixista Ricardo Zohyo. A orquestra teve origem no projeto Hermetismos Pascoais, realizada no SESC Consolação em 2002.
Acompanhou o compositor e cantor Renato Teixeira, Chico Teixeira, Gabriel Sater, Tânia Maya, Anna Toledo, Afonso Moraes entre outros. Trabalhou com a cantora americana Carrah Flahive também como arranjador, tendo recentemente gravado um cd ao vivo no Centro Cultural Rio Verde-SP.


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